Um post onde eu revelo (quase) tudo

julho/1/2009

Tem sido bem difícil manter esse blog atualizado, com tanta coisa rolando na minha vida. Coisas bem legais, coisas chatas, que vou lembrar pra sempre e que quero logo esquecer. Mas enfim, ninguém nunca me falou que a peleja seria fácil.
Estou bem feliz com a repercussão que a minha história para os 50 anos de [...]

Um post onde não revelo nada (ou não)

maio/29/2009

Também não é um post sobre Combo Rangers, antes que perguntem! Mas fiquei bem feliz em voltar a escrever quadrinhos, coisa que não fazia desde 2003. Foi meio difícil tirar a ferrugem, mas o roteiro foi entregue e aprovado de prima!
É um projeto de pequeno tamanho mas de grande significado. São só cinco pagininhas recheadas [...]

House MD – Power Rangers

abril/16/2009

O que aconteceria se o Dr. Gregory House e seus amigos fossem chamados para defender a Terra como os Mighty Morphin House Rangers?

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julho/1/2009

Tem sido bem difícil manter esse blog atualizado, com tanta coisa rolando na minha vida. Coisas bem legais, coisas chatas, que vou lembrar pra sempre e que quero logo esquecer. Mas enfim, ninguém nunca me falou que a peleja seria fácil.

Estou bem feliz com a repercussão que a minha história para os 50 anos de carreira do Mauricio de Sousa está tendo. Saíram várias notas bacanas na imprensa, e olha que ninguém leu ainda. Apenas minha Gica, a brodagem e o pessoal da Mauricio de Sousa Produções, e todo mundo tem elogiado bastante.

Bom, a história se passa no ano de 2059, em que celebraremos o centenário da carreira do Mauricio. Como eu não sei se vou estar por aqui, nem se vou ser chamado de novo pra coletânea comemorativa, resolvi me adiantar e já situar a história nessa época. Assim, espertinho que sou, participo de duas épocas em uma só! HÁ!

A história fala de uma Terra transformada, e como isso afetou profundamente os personagens da Turma. Franjinha agora é o mega-empresário Jinn Farah, e rival do homem que na infância foi conhecido como Cebolinha. Os dois são responsáveis por uma guerra sem proporções, que pode por fim ao pouco que sobrou da civilização.

Também dão as caras Magali, Anjinho, Cascão e, é claro, a Mônica. Mas nenhum deles é o que as pessoas vão esperar, especialmente a Dona da Rua. Além de homenagear a obra do Mauricio, a história também faz referência ao clássico de Alan Moore, “Whatever Happened to the Man of Tomorrow” (O que aconteceu ao Homem do Amanhã, ou Superman – O fim, como foi publicada aqui), que conta os últimos dias do Super-Homem, e ao recente “Whatever happened to the Caped Cruzader“, de Neil Gaiman, que conta o fim do Batman. Não por acaso, ela se chama “O que aconteceu com a menina mais forte do mundo?”, mas fiquem tranquilos, não se trata do fim muito menos da morte de ninguém. É uma história da Turma da Mônica, a história que eu sempre quis escrever e agora vou ter a honra de publicar, ao lado de craques como Ziraldo, Fernando Gonzales, Laerte e Ivan Reis, o desenhista mega-boga do Lanterna Verde. “É como tocar com os Beatles!“, como já dizia Kyle Rayner.

E chega senão daqui a pouco conto a história toda! Fique agora com algumas imagens-teaser:

cebola

farah

jonni

O MSP 50 chega às livrarias em setembro pela Panini, por um preço ainda não definido.

maio/29/2009

Também não é um post sobre Combo Rangers, antes que perguntem! Mas fiquei bem feliz em voltar a escrever quadrinhos, coisa que não fazia desde 2003. Foi meio difícil tirar a ferrugem, mas o roteiro foi entregue e aprovado de prima!

É um projeto de pequeno tamanho mas de grande significado. São só cinco pagininhas recheadas com um pouco do que eu sempre quis escrever. Quem já me acompanha há algum tempo vai reconhecer alguns personagens, nessa história sobre um futuro sombrio que se abaterá sobre a Terra.

ddl

Esse é um dos dois supervilões que dominam esse futuro. O que posso dizer sobre esse enigmático senhor (que mais parece o Lanterna Verde do Alex Ross, eu sei, mas tem explicação!) é que ele é um homem extremamente ambicioso.

A história sai em setembro, assim que der posto mais detalhes aqui. Não, por enquanto não vou revelar a editora nem o título. Mas que vai ser legal pacas, vai.

De resto, tá tudo bem, viu. Cansado pacas, tenho trabalhado feito um louco e estou no meio de mudanças bem grandes na minha vida, das quais não posso falar agora – mas todos saberão, em breve. Ah, e hoje recebi um protótipo quase finalizado da boneca de pelúcia da Polvina e… meu, você não tem noção. Está igualzinha ao que eu sempre imaginei. Só que também não posso postar ainda, damn!

Desculpem por tantas reticências. Queria poder dizer mais e… ah, quer saber? O personagem aí em cima é o Cebolinha, 50 anos no futuro. Virou um vilão badass. Seu principal inimigo é um velho conhecido aqui do blog… ninguém menos que o temido JINN FARAH, que rumou do YabloG! direto para os quadrinhos da dentuça mais amada do Brasil.

MIAU, é isso mesmo!! Vou escrever uma história sobre o futuro sombrio da Turma da Mônica, para o especial de 50 anos de carreira do Maurício de Sousa. Vai ser uma história repleta de robôs, conspirações e porradaria. Vai ter traição e uma morte. E, acima de tudo, vai ser uma história apaixonada, em homenagem ao verdadeiro espírito da Turma da Mônica, que me ensinou a ler e a amar os quadrinhos. Aguardem!

:D

Ufa! Falei!

:P

maio/15/2009

lost

Eita coisa maluca que foi o season finale de Lost! Como sempre, os danadinhos explicaram várias coisas mas deixaram muitas outras em aberto. Ainda estou recuperando o fôlego depois dos catastróficos minutos finais, mas vamos lá! A partir daqui, tem spoiler!

(mais…)

maio/5/2009

capa31

Está todo mundo convidado! Venha, traga seus filhotes e sobrinhos! Vamos assistir ao DVD das Princesas do Mar juntos, vamos nos abraçar e comemorar esse lançamento tão legal!

A Fnac Paulista fica na Avenida Paulista (hello?), 901. É pertinho do metrô, dá pra ir de ônibus, bicicleta e até disco voador, porque a loja tem estacionamento e dá pra parar na rua também. Então não tem desculpa! Te espero lá! ;)

maio/1/2009

Heroes estreou na TV com a promessa de ser o novo LOST. Admito com a maior cara lavada do mundo, eu fui um dos que se deixaram levar pelas frases de efeito como “Save the Cheerleader, Save the World“. Entretanto, a série tinha muitas fragilidades em sua fundação. O que pareciam mistérios insolúveis ou mensagens escondidas eram simples buracos no roteiro. O misterioso passado de alguns personagens sequer existia, e todas as conexões implícitas entre eles eram apenas remendos mal-feitos. Faltou planejamento, sobrou ambição e deu no que deu: hoje a série é sinônimo de roteiros ruins.

Mas vocês me conhecem, né? Eu sou um BELIEVER e, mesmo quando a série é ruim, gosto de ver até o fim. Talvez, no fundo eu tenha uma pequena esperança de que a antiga empolgação retorne. Talvez eu seja maluco, mesmo. No caso de Heroes, parecia que a esperança era vã – a cada novo volume, novos derrapes, novos remendos porcos e tudo parecia ficar cada vez pior.

Vol. 3 – Villains

O volume 3 – Villains (não se esqueça de que a terceira temporada foi dividida em 2 partes) tinha uma premissa interessante. Dentro de cada herói, há um vilão, e vice-versa. Vimos Sylar ficar bonzinho, Peter virar o vilão e Mohinder o Brundle Mosca. Mas, conforme os episódios foram passando, nenhuma das pontas soltas parecia se resolver. Pelo contrário, a história virou um balaio de gato onde nem mesmo os roteiristas pareciam saber o que estava acontecendo. Primeiro, Sylar também era um Petrelli. Depois, não era mais. Um futuro maluco onde todos tinham poderes nunca chegou perto de acontecer, novos personagens surgiram a torto e a direito sem ninguém entender o motivo. E quando tudo parecia perdido, surge um novo e poderoso vilão: o pai dos Petrelli, Arthur. Aí, fedeu!

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Arthur  e Linderman nos quadrinhos…

Segundo a própria mitologia da série, criada nos quadrinhos on-line, Arthur Petrelli havia fundado a Companhia junto com Linderman. O primeiro não tinha poderes, o segundo, podia curar as pessoas. A terceira temporada simplesmente ignorou isso, e estabeleceu que Arthur não só tinha poderes, mas era quase um semi-deus, com os poderes de todos aqueles que tocava. Foi uma confusão só, o vilão morreu no final e a série estava mais desacreditada do que nunca.

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… Linderman e Arthur na série. Origem nadaver.

Vol. 4 – Fugitives

Com a demissão de Jeph Loeb e a volta de Bryan Fuller, criador de Pushing Daisies, parecia que as coisas finalmente voltariam pros eixos. Fuller produziu boa parte dos episódios da primeira temporada e também escreveu alguns, não por acaso, os melhores, como Company Man. Mas ele sabia do tamanho da cagada deixada por Loeb, e prometeu que as coisas melhorariam – com o tempo.

E foi o que aconteceu. Tudo começou meio maluco, com os poderosos sendo capturados pelo governo enquanto Sylar saiu numa caçada sem pé nem cabeça em busca do pai. O fato de Peter não ter mais todos os seus poderes, somente os da última pessoa com que teve contato, e Hiro não viajar mais no tempo, deixou as coisas um pouco mais palpáveis. Já Matt Parkman podia pintar o futuro, Mohinder tinha super-força e Nathan era o grande vilão por trás do governo.

Demorou, demorou, mas aos poucos pudemos ver uma melhora. Personagens inúteis morreram ou deixaram de aparecer, como Daphne, Tracy e Mohinder. Muitas concessões foram feitas, e a origem da Companhia foi novamente alterada: agora ela havia sido fundada por Angela Petrelli, Charles Deveaux e Linderman. Ok, a essa altura do campeonato, o que vier é lucro. E Sylar finalmente voltou a ser um vilão badass.

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Sylar salvou a temporada

Foi graças ao vilão que os últimos episódios foram tão empolgantes. Sem Peter Petrelli para fazer frente aos seus poderes, ele roubou a cena no final da temporada, e os heróis finalmente tiveram que se unir para derrotá-lo. Mas é claro que nem tudo foi perfeito. No último episódio fica clara a falta de grana para fazer os efeitos especiais da luta entre Nathan, Peter e Sylar, que ocorre vergonhosamente por trás de uma porta. Mas para uma série que estava tão desacreditada, até que o final foi bonito. Nathan finalmente morre de verdade (acho), e, para substituí-lo, Matt Parkman faz uma lavagem cerebral em Sylar, que assume a identidade do irmão de Peter. Achei isso bem bacana, finalmente uma mudança (aparentemente) permanente no status de um personagem. E agora não temos mais ninguém capaz de viajar no tempo e desfazer o que foi feito.

Parece que as coisas agora têm tudo para melhorar. Existe uma nova Companhia, formada por HRG, Mamma Petrelli, os filhos e a neta. Peter tem menos poderes, Nathan/Sylar é uma bomba relógio e Tracy virou vilã. Será que o próximo volume Rendemption, fará jus ao nome? Aguardemos!

abril/22/2009

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Olha que sensacional o cartaz da exposição Jab | Strong | Fierce – Street Fighter Tribute Art Exhibition, que será realizada de 25 de abril a 11 de maio na Gallery Nucleus, em Alhambra, California. Pena que a resolução não está muito boa, mas dá pra ver as imagens mais icônicas da série mescladas na composição: o braço da Chun-Li, a perna da Cammy, o soco do Balrog, a perna do Vega, o yoga-fire do Dhalsim, um shoryuken, um hadouken… espetacular! Tem referências que eu não consegui identificar. Quem dá mais???

abril/20/2009

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Flight Control: sensacional joguinho casual

Desde que a febre de Fieldrunners finalmente deixou meu corpo, fiquei muito mais exigente quanto aos jogos da Appstore. Até agora, infelizmente não encontrei nenhum substituto à altura do jogo de Tower Defense da Subatomic Studios… é bem verdade que a Appstore está cheia de coisas geniais, e jogos que não ficam devendo nada ao PSP e ao Nintendo DS. Mas infelizmente esses jogos ainda estão começando a surgir, enquanto muita porcaria se prolifera por lá.

Acho que tem 3 tipos de jogos ideais para o iPod/iPhone: primeiro, jogos de estratégia, como Fieldrunners, iShoot ou Flight Control, do qual falarei mais adiante. Esses jogos se beneficiam da simplicidade do aparelho e do fato de que ele sempre está ao alcance da sua mão – o famoso “só mais uma jogadinha”. Em segundo lugar vêm os jogos de puzzle (como Crayon Physics), que podem ser jogados a qualquer momento sem grande compromissos. Em terceiro, os RPGs, que ainda apanham feio do DS.

Garimpando um pouco até dá pra encontrar coisas legais. Na primeira categoria, a febre do momento é Flight Control. É um jogo simples mas muito bem feito e divertido. Nele, você é um controlador de voo, que precisa coordenar os pousos de dezenas de aeronaves – desde um jatinho, passando por boings e helicópteros. É muito viciante e tem um fator replay bem elevado, já que você sempre quer tentar bater o próprio recorde. O preço, de 99 centavos de dólar o torna obrigatório, e explica a posição de número 1 de jogos pagos da loja. Vale a pena.

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Chronicles of Inotia: Final Fantasy Wannabee

Agora um que me deixou desapontado foi Chronicles of Inotia (US$ 4,99). Desde que comecei a comprar jogos na Appstore, sentia falta de um RPG old school como Final Fantasy ou Golden Sun. Algo que fosse envolvente e me mantesse ocupado nas horas de tédio, filas em aeroportos ou mesmo quando eu estivesse a fim de ser assaltado no ônibus. Tentei Crystal Chronicles, pelo qual paguei caros 8 dólares. Derrape total, o jogo é um tower defense safado, mal feito, repetitivo e entediante. Já Chronicles of Inotia é um pouco melhor. Trata-se de um RPG oldschool, com seus campos repletos de inimigos, as cidades, lojinhas e sidequests que só servem pra tapar buracos. O jogo é um pouco comparado a Ragnarok Online, mas sem a interatividade com milhões de outros jogadores (fora a falta de recursos). Tire isso de Ragnarok, e o que sobra? Pois é.

Enfim, ainda estou à procura do meu substituto para Fieldrunners. Alguém me dá uma dica?

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