Curtinhas
- Computador novo: X reais. Monitor LCD: Y reais. Joystick USB com três direcionais e rumble pak: Z reais.
Jogar Super Mario 64, The Legend of Zelda - Ocarina of Time, Donkey Kong 64, Banjo Kazooie e Banjo Tooie no PC… não tem preço. - Outra coisa que estou jogando é Super Metroid, o clássico do Super Nintendo. Como eu era um seguidor da Sega e não da Nintendo, acabei não acompanhando na época todas as maravilhas que havia no outro lado da “força”. Só vim a me interessar pelos jogos da Nintendo com o N64 (graças ao Kibe, que mudou a minha vida quando me emprestou o dele e Ocarina of Time). Depois veio o Game Boy Advance e finalmente o GameCube. Só então conheci a franquia Metroid. Após ter jogado Prime, para o cubo, Fusion e Zero Mission para GBA, estou jogando ao mesmo tempo Prime 2 e Super Metroid. E travado nos dois. =P
Impressionante como trabalhos bem feitos são atemporais. Super Metroid não fica devendo em nada para as versões do GBA, de 32-bit e lançados mais de sei lá quantos mil anos depois. - Trinta segundos foi o tempo que precisei para lembrar o quanto Alanis Morissette é irritante com seus “and IIIIIII woooooould be goooooood”, “it’s like raaaaain eeeeeeeeeinnnn eeeeein on a weeeeeddiiiiing daaaaaay”. Cara, fuja do acústico de Jagged Little Pill.
- Meu livro novo deve sair no começo do ano. Pois é, demorou mais do que o esperado. Mas a demora se justifica: o livro acabou ficando maior do que eu imaginava, vai passar de 90 páginas!! Como no primeiro, tem uma ilustração colorida por página, o que dá mais ou menos uma noção do trampo que tive. =P
- Na boa, sou só eu que acho a Fox o canal mais mala de todos os tempos? Eu não consigo assistir. Acho os textos ruins, a identidade visual horrorosa (aquele monte de OOOOOOOOOOOO que não diz nada), e a voz do narrador irritante. Ele não fala “Veja Os Simpsons, na Fox”. Ele fala: “Veja os simpsons na FOOOOX!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”.O canal carece de personalidade, estilo e elegância. A Sony pode ter todos os seus defeitos, mas nesses quesitos dá um banho na Fox, ou melhor, na FOOOOOX!!!!!!!!!
Outro canal que me irrita é o National Geographic, por sinal, da FOOOOOX!!!!!!!!!. , basicamente pelos mesmos motivos. Pra piorar, o canal mudou de nome, para o simplesmente impronunciável “NATGEO“, que nem o locutor irritante sabe falar. Uma hora é NAT-GEO, outra é NATIO, outra NA-TJIO. Eu queria saber de quem foi a idéia brilhante de mudar um dos nomes mais conhecidos no planeta só pra ser moderninho.
- Por que estou falando mal da vida alheia às duas da manhã? Porque como toda quarta-feira, só vou dormir depois que o novo episódio de LOST sai na Internet. Daí deixo baixando para assistir na manhã seguinte. =P
Cachorro Quente Vegetariano
Depois do enorme sucesso da minha receita de hambúrguer vegetariano, segue agora a receita do fabuloso cachorro quente vegetariano!
Você vai precisar de:
a. Salsicha de soja Perdigão (a da Sadia é muito ruim!)
b. Pão para cachorro-quente
c. Catchup, mostarda e maionese
d. Alface e tomate à gosto
e. Batata Palha
Como fazer:
Cozinhe a salsicha. Coloque no pão. Adicione catchup, mostarda e maionese, batata palha, alface e tomate à gosto. Prontinho! Agora você já pode se deliciar, ou mesmo impressionar sua namorada ou seus amigos.
Não precisa agradecer! Te cuida, Jamie Oliver!! =P
Consumo
A revista Época dessa semana trouxe como assunto principal o consumo consciente, mostrando como os cidadãos podem mudar o mundo através dos seus hábitos de consumo. Apesar de válida, achei a matéria um pouco superficial, trazendo as velhas dicas sobre reciclagem de papel, plástico e vidro, já citadas exaustivamente por tantos outros veículos, inclusive esse blog. A matéria cita ainda a importância da responsabilidade na hora de comprar um produto, seja preferindo um vegetal orgânico, reduzindo o consumo de carne ou conferindo cuidadosamente os rótulos à procura de selos de aprovação de institutos de responsabilidade fiscal, como o Fair Trade (Comércio Justo). Apesar de não endossar a prática, cita também exemplos de cidadãos que boicotam produtos americanos em represália à política de George W. Bush.Trago aqui mais algumas dicas simples que adotei em minha vida, que aparentemente não têm nada demais, mas podem fazer MUITA diferença quando adotadas em larga escala. Vou tentar evitar os exemplos mais óbvios dos quais vocês já devem estar cansados de saber:
1. Extratos bancários pelo correio
Tem gente que recebe extrato bancário toda semana pelo correio. Na boa, mas que coisinha mais inútil! Hoje em dia seu extrato está disponível em tempo real via telefone, internet ou mesmo caixas eletrônicos. Ligue para o seu banco, diga para não lhe enviarem mais essa porcaria que consome combustível e papel, polui e ainda pode expor sua privacidade se cair em mãos erradas. Em tese, você também ajuda a diminuir as taxas bancárias. Em tese.
O mesmo vale para o monte de papel que recebemos todos os dias pelo correio, além de revistas e informativos que não pedimos, não queremos ou não precisamos. Passe a mão no telefone e livre-se já desse incômodo. Se continuarem lhe mandando, pelo menos coloque no lixo reciclável.
2. Prefira latinhas a garrafas plásticas
O alumínio é mais fácil de se reciclar. Tomando bebidas em lata, você tem 98% de certeza de que a latinha será reciclada. Outra vantagem, pelo menos pra mim, é que se compro latinha eu tomo apenas 300ml ao invés dos 600ml das garrafas plásticas, e comprometo um pouco menos o meu organismo.
3. Tenha uma hortinha em casa
É uma delícia. Cultive no seu jardim ou quintal, ou mesmo na varanda do apartamento, ervas como salsinha, sálvia, manjericão, e também plantas ornamentais e flores. Você leva mais vida para a sua casa e para o mundo. Enterre restos de frutas e vegetais sempre que possível. Você ajuda suas plantinhas a ficarem sempre saudáveis e diminui a poluição. Olha que beleza!
4. Luzinhas de natal my ass!
Esse é um que me deixa mordido. Chega essa época do ano e a cidade fica coberta com as malditas luzinhas estroboscópicas que consomem energia e recursos naturais, pois são lâmpadas incadescentes que poluem pela produção de carvão, consumo de água e devastação do meio ambiente em sua produção. Que bela maneira de celebrar o Natal, hein?
Jogue essas porcarias no lixo. Aliás, não jogue, porque elas possuem mercúrio. Leve a algum lugar que possa reciclá-las ou descartá-las da maneira correta.
“Ah, mas eu gosto de celebrar o espírito do Natal!”
Espírito do Natal my ass!! Essa porcaria já começa aqui em São Paulo em meados de OUTUBRO! Tudo pelo comércio e consumo desenfreado e imbecilizante. Quer celebrar o espírito do Natal? Ao invés de comprar essas porcarias ou um boneco de neve em pleno verão, doe o dinheiro a instituições de caridade.
5. Você realmente precisa de um celular novo?
É inacreditável o que a indústria dos celulares tem feito, lançando seus novos modelos a cada dois ou três meses e nos enfiando goela abaixo em prestações que muitas vezes não duram o tempo de vida dos aparelhos.
Com suas câmeras, fotomensagens, fotofrescuras e o escambau, os novos modelos são projetados para durarem cada vez menos. Mais celulares, mais consumo, mais consumo, mais poluição.
O meu celular já tem uns 3 anos. Tá meio capenga sim e a bateria dele só dura 24 horas. Eu até tava pensando em trocá-lo, quando olhei para a parede e vi meu quadro do Lanterna Verde Hal Jordan e pensei: “A bateria do anel do Lanterna Verde também só dura 24 horas e ele já salvou o mundo uma porrada de vezes com ele!”.
Nunca mais pensei em trocar de celular. Agora só quando ele quebrar de vez ou for roubado (o que acho difícil, é mais fácil o ladrão me dar uma nota de 1 real e falar pra eu não gastar com pinga).
6. Não compre livros de gente preguiçosa
Sabe esses livrinhos de fotos? De animais, bebês, flores, paisagens bucólicas e textos clichê a là “Use filtro solar”? São feitos por gente preguiçosa e comprados por gente mais preguiçosa ainda. Se você acha que está agradando, pense duas vezes. Toda vez que ganho essa m***, jogo no lixo na maior cara de pau.
Livros são feitos para mudar o mundo, poxa! Não sabe o que dar de presente, dê um vale-livro, ou um livro que você saiba que é bom. Das Princesas do Mar, por exemplo. =P
7. Escolha bem seus produtos e locais de compra
Para todo o produto que você compra, pode ter certeza, há pelo menos uma opção mais barata, menos poluente ou mais saudável (e todas dentro da lei). Então procure bem, dê preferência a vegetais orgânicos, que não utilizam agrotóxicos e são mais nutritivos. Quando for comprar ovos, prefira os de galinha caipira, que é criada solta e não numa granja tomando anabolizante o dia inteiro.
Incentive o comércio de bairro e as opções perto da sua casa, do mercadinho à padaria, passando pela farmácia e locadora. São quase sempre mais baratos (principalmente locadoras, Deus me livre da Blockbuster!), você não precisa pegar o carro e causar mais trânsito e mais poluição.
8. Não dê o exemplo, seja o exemplo!
Cada um pode mudar o mundo do seu jeito. O consumo é sem dúvida um dos grandes responsáveis por inúmeros problemas que o mundo enfrenta, mas isso não quer dizer que devemos todos nos tornar vegetarianos, assexuados e eunucos.
Não precisa sair por aí abraçando árvores nem incendiando açougues. O bom exemplo não precisa de palavras e nem ser explicitado. “Seja a transformação que você quer para o mundo“, nas palavras de Mahatma Gandi, e uma das poucas citações que gosto de usar.
Jesus e os X-Men
Como é divertido conversar com crianças. LG é um menino de 10 anos alucinado por X-Men Evolution, e acompanha suas aventuras diariamente. Abaixo suas brilhantes conclusões:
- Tio, sabe o que eu descobri?
- O quê, LG?
- Que “o” Jesus era mutante!
- Ah, é? Por que?
- Porque a tia disse que ele tinha poder e quem tem poder é mutante!
- E que poder o Jesus tinha?
- Ah… ele tinha poder de cura! E ele andava na água.
- Hmmm… verdade. Jesus era mutante.
- Mas tio?
- Fala LG.
- Quem ganha, o Jesus ou o Professor Xavier?
- Acho que o Jesus.
- O Jesus ou o Apocalipse?
- Hmmm… aí é difícil, mas acho que o Jesus.
- O Jesus ou a Fênix?
- Putz.
Chicken Little
Acho que as pessoas andaram pegando muito no pé do pobre do Chicken Little. Assisti ao filme esse final de semana, meio à contragosto, mas tudo pelas crianças.
Olha, não achei ruim, não. Tudo bem que a minha expectativa já não era daquelas, mas confesso que não entendi a enorme onda de críticas ranzinzas que o filme recebeu, e que de forma alguma se refletiram nas bilheterias. As crianças estão sim, gostando do filme, que superou as expectativas mais otimistas em relação a público e faturamento.
Talvez seja aquele hábito esquisito e mórbido que leva as pessoas a sorrir com a queda de golias como a Disney, ainda mais quando os davis em questão são jovens e queridos como a Pixar.
A principal crítica que o filme recebeu é que sem a Pixar, ele é “apenas” um tradicional filme da Disney. Ora, mas isso não é óbvio? A Pixar é uma coisa, a Disney é outra completamente diferente. São e sempre foram estruturas separadas, como é deixado claro em todo começo de filme com “Disney apresenta um filme da Pixar Animation Studios…”. Uma se preocupa em criar e realizar os filmes, a outra em vendê-los e transformá-los em todo tipo de objeto de consumo irracional. Simples assim.
Os filmes da Pixar são realmente mais ousados, mas não se engane, essa “ousadia” é tão milimetricamente traçada quanto o “tradicionalismo” da Disney. São empresas com propostas diferentes, mas destinadas ao mesmo público: famílias brancas com dinheiro para ir ao cinema e comprar DVDs e brinquedos. Acredite, quem quer que esteja fora desse público não interessa a nenhum dos dois estúdios. Me incomoda a percepção e até a torcida contra a Disney em favor da Pixar, dando a impressão de que se trata de uma luta de mocinho e bandido quando as duas são essencialmente farinha do mesmo saco.
Sobre o filme? Ah. É Disney, ué. Família. Músicas. Roteirinho básico, bonitinho, quadradinho, inofensivo. Daqui a 5 anos ninguém vai se lembrar, destino que fatalmente recairá também sobre Procurando Nemo.
Quem somos nós?

Quem somos nós (What the Bleep do we know?!, EUA, 2004) é um filme de muitas facetas. O título em português, porém, acaba limitando seu conteúdo a uma única, mas primordial, pergunta.
O documentário reúne entrevistas com 14 pensadores - entre eles cientistas, químicos, físicos e teólogos - e traça paralelos entre as diferentes linhas de pensamento, tendo como ponto de partida e denominador comum a física quântica. O tema é intencionalmente exacerbado desde o início do filme, alinhando e homogeneizando as opiniões num único discurso, que, se não chega ao sonhado consenso entre religião e ciência, trata de dar um bom passo para levar a questão às massas.
Muitas das questões e metáforas do filme refletem o fascínio do ocidente pela filosofia oriental que influenciou a trilogia Matrix. O co-diretor, roteirista e produtor do filme, William Arntz, é budista desde a década de 80, e assim como os irmãos Wachowsky (no primeiro Matrix, principalmente) deixa sua filosofia transparecer durante toda a película. Sai Neo e entra a deficiente auditiva Amanda (Marlee Matlin, do elenco de apoio da série The West Wing). Ela é uma espécie de “Alice” (aquela do País das Maravilhas) num conto moderno, que mergulha no buraco do coelho e oferece possíveis respostas científicas a perguntas pertinentes a qualquer estudioso da ciência ou religião.
Não que estas respostas sejam fáceis e possam ser encontradas em um filme ou livro, quaisquer que sejam. Como o próprio filme fala em seus primeiros segundos, há um universo de possibilidades, e é sem dúvida saudável contrapor diferentes pontos de vista para que cada um consiga a sua própria resposta.
Jogando contra a interessante proposta do filme e sua conseqüente repercussão em salas de todo o mundo, trata-se obviamente de uma obra muito mais preocupada com o conteúdo do que a forma. Em outras palavras, como filme é um ótimo tratado de física quântica.
Com as expectativas ajustadas, fica mais fácil engolir a protagonista, cuja vida é usada para exemplificar os fatos apresentados pelos cientistas, ao preço da freqüente quebra de ritmo do filme e pelo menos um terço de cenas que poderiam ser cortadas. Paradoxalmente à intenção de unificar diversas linhas de pensamento, faltam algumas opiniões divergentes, cuja ausência torna o longa parecido demais com os livros de auto-ajuda. Tal fato prejudica gravemente sua apreciação por quem não gosta muito do gênero, e ao mesmo tempo ajuda a explicar o seu enorme sucesso em terras estadunidenses.
Quem somos nós?
What The Bleep do we Know?
EUA, 2005
Documentário - 108 min
Direção: Betsy Chasse, Mark Vicente, William Arntz
Elenco: Barry Newman, Elaine Hendrix, Marlee Matlin, Robert Bailey Jr.
Here comes a New Challenger!
E não é querer ser nostálgico, não. Mas fala sério, tem coisa mais divertida do que reunir os amigos para uma partida de Street Fighter II Champion Edition? Apesar do jogo ter envelhecido, ainda serve para ensinar muitos garotinhos a se tornarem… hã… homens de verdade. A seguir, minha lista de melhores jogos de luta de todos os tempos:
3. Soul Calibur II
A evolução da espécie, um capítulo à parte, o iPod dos jogos de luta. Bonito, jogabilidade perfeita (até mesmo para o controle do Game Cube), atenção absurda aos detalhes. Um dos meus jogos favoritos.
Olha, mãe! 36 Hit Combo!
2. Marvel Super Heroes Vs. Street Fighter (Arcades - Playstation - Dreamcast?)
É o melhor! O equilíbrio perfeito entre jogabilidade, combos absurdos e golpes especiais estroboscópicos que não tiram nem um tiquinho de energia. Oito anos após seu lançamento, continuo jogando quase diariamente. A série seguinte, Marvel Vs. Capcom já ficou muito cheia de firulas.
Olha, mãe! Perfect!
1. Street Fighter II Champion Edition - 1991 (Arcades - Super Nintendo - Mega Drive)
Simplesmente o jogo que mudou o mundo. Não estou negligenciando seu antecessor, Street Fighter II, mas apenas considerando-os como o mesmo fenômeno que ensinou milhões de jovens ao redor do mundo o valor do haduken. Do shoryuken. Do téks téks trugen. E, o mais importante: que “Winners don’t use drugs!”
Crise
Eu, desenhando para um monte de crianças:
Eu: Quem você quer que eu desenhe?
E.: Eu quero o Goku.
R.: E eu o Ciclope.
J.V.: Eu quero o Homem-Aranha.
P.: Eu quero aquele que se transforma nos outros.
Eu: Qual?
P.: Não lembro o nome. É da Liga da Justiça!
Eu: Ah, já sei! Perai. Esse aqui?
P.: Não! Esse é o Batman.
Eu: É não. É o Ajax, mas ele tá transformado no Batman.
P.: AAaaaahh bom! - pega o desenho e sai, feliz da vida - Obrigado, Tio!
Acho muito legal essa relação que as crianças tem com os super-heróis. Atualmente os desenhos favoritos da garotada são Os Jovens Titãs, Liga da Justiça e X-Men Evolution, todos muito bacanas. Além de divertirem, os super-heróis nos ensinam sobre coragem, sacrifício e trabalho em equipe, e, pelo menos na minha época, eram grandes facilitadores da leitura através dos gibis.
Infelizmente, hoje em dia isso não é mais verdade. Fico muito chateado quando uma criança de 8 ou 9 anos me pede um gibi da Liga da Justiça. O que dizer a ela? “Desculpe, não posso te dar esse gibi, porque nele a esposa do Homem-Elástico é estuprada e depois incinerada! Ah, e ela estava grávida!”.
Malditos nerds. Acabaram com o barato da molecada. ![]()
Hamburger Vegetariano e dicas maravilhosas
Compartilho com vocês algumas maravilhosas descobertas feitas ao longo de cinco anos morando sozinho. Espero que elas tornem a sua vida mais fácil e saborosa!
1. Experimente misturar leite de soja, tipo Ades, puro, com algum suco em pó tipo Tang. Fica uma delícia. A proporção de suco para leite de soja é mais ou menos o dobro que você usaria para misturar com água. Os melhores sabores são morango e uva.
2. Pizza amanhecida é uma delícia, ainda mais se ela ficou na geladeira. Os sabores com catupiry são os melhores. Se esquentá-las for absurdamente necessário, faça-o na frigideira, pois assim ela fica crocante.
3. Experimente fazer pipoca numa panela com tampa de vidro. É muito legal ficar vendo ela estourar, é como se você tivesse visão de raio-x. Se quiser dar um gostinho a mais (e detonar suas glândulas salivares), adicione um pouco de sazon à pipoca já pronta. Mas não muito, sazon é cancerígeno (e o que não é?).
4. De vez em quando, experimente comprar coisas diferentes no supermercado. Não uma coisinha ou outra, e sim todas as marcas e sabores dos produtos, do arroz à bolacha. A sensação de chegar em casa e guardar aquele monte de coisas com que você ainda não está acostumado é eletrizante.
5. E com vocês: a minha maravilhosa receita de hamburger vegetariano, mais concorrido que o de siri. Você vai precisar de:
a. Hamburger de soja (o da Perdigão é ótemo)
b. Pão para hamburger com gergelim
c. Catchup, mostarda e maionese
d. Alface e tomate à gosto
e. Batata Palha
Como fazer:
Frite o hamburger com umas rodelas de cebola. Coloque no pão. Adicione catchup, mostarda e maionese, batata palha, alface e tomate à gosto. Prontinho! Já pode comer!





