Hambúrguer vegetariano com shimeji e cebola
A nova receita maravilhosa de Fábio Yabu!!
Você vai precisar de:
- 1 pão de hambúrguer
- 1 hambúrguer vegetariano Sadia
- 1 porção de shimeji
- 1 colher de manteiga
- 2 colheres de shoyu
- 1 rodela de cebola
- Rúcula a gosto (não serve alface!)
Como preparar:
- Corte o pão e frite o hambúrguer. Coloque o hambúrguer dentro do pão.
- Refogue o shimeji e a cebola na manteiga. Quando estiver molinho, adicione o shoyu.
- Coloque o shimeji já pronto em cima do hambúrguer que está dentro do pão.
- Coloque a rúcula a gosto em cima do shimeji que está em cima do hambúrguer que está dentro do pão.
- Delicie-se com mais essa maravilha da culinária moderna!
Se você não quer que a receita seja vegetariana, basta trocar o hambúrguer de soja por um de carne. Simples, não?
American Idol: A elite
Quem será a próxima Kelly Clarkson ou o próximo Bo Bice? A cada semana, um dos 12 melhores talentos recém-descobertos pelo programa é eliminado. O nível esse ano está excelente, mas como nos anos anteriores, não é muito difícil imaginar quais cantores estarão nas finais. Abaixo os meus palpites, e no final, a minha aposta para a grande vencedora:

Taylor Hicks
Por que ganharia: Como disse Simon Cowell, Taylor poderia “acabar com a indústria de video-clipes com apenas uma mão”. É de longe o cantor mais carismático, mesmo não sendo o melhor, Taylor transpira música, talento e principalmente, originalidade.



Chris Draughty


A ordem que imagino que os candidatos serão eliminados:
Melissa McGee
Bucky Covington
Kevin “Chicken Little” Covais
Ace Young
Lisa Tucker
Elliot Yamin
Mandisa
Chris Draughty
Kellie “Calamari” Pickler
Taylor Hicks
Final: Paris Bennet e Katharine McPhee
And the next American Idol is…
Não basta ter apenas beleza ou cantar bem. Na verdade, os dois elementos devem ser bem equilibrados com talento, simpatia e presença de palco. Baseado nesses quesitos, eu aposto minhas fichas em Katharine McPhee! I got the McPheever
A coisa mais bonita do mundo
Eu queria dizer a algumas pessoas o que eu sinto em relação à elas. Mas graças a Deus eu não posso.Sabe qual eu acho que é a coisa mais bonita do mundo? Foi algo que aprendi com a minha mãe.
A coisa mais bonita do mundo pra mim é ficar quietinho num canto. Calminho, sereno, mas atento. Olhando de rabo de olho cada passo, cada movimento, ação, reação, lágrima e sorriso.
Torcendo, chorando, fazendo preces sem palavras de que tudo vai dar certo.
Porque não é preciso falar, mas sentir. Não é preciso se fazer ouvir, mas estar.
Preces sem palavras, sem deuses, que não têm pedidos, não começam com “por favor”, nem “senhor”. Começam um suspiro antes de por a cabeça no travesseiro. Continuam com os olhos fechados, nos sonhos, nos dias e noites seguintes, até o fim.
Até o fim.
A coisa mais bonita do mundo é ver quem você gosta eternamente como um álbum de fotografias, como um filme em fast-forward, indo e voltando, sem enjoar, parando nos momentos especiais, avançando até os mais difíceis e pulando aqueles que estão no meio.
É ver tudo isso escondido e mudar de canal quando alguém aparece.
Indo e voltando, indo e voltando, com novas surpresas que surgem a cada vez que o filme passa, observados com um sorrisinho discreto no rosto. Sempre de rabo de olho.
Sempre.
Não é, mamãe? ![]()
Um garoto chamado Rorbeto

Sabe por que eu acho que escrever para crianças é uma responsabilidade tão grande?Não é só porque eu acho que os escritores ajudam a construir as fantasias das crianças, ou porque eles acabam se tornando modelos e referências, ou ainda porque eles ajudam a formar cidadãos mais conscientes através da leitura.É claro que isso ajuda, e me acompanha em cada página que escrevo. Mas o que realmente me preocupa, onde a tal da responsabilidade entra mesmo é na simples, dura e inegável verdade: qualquer um pode escrever para crianças. Por pior que seja o livro, ele certamente encontrará cá e acolá a incomparável condescendência infantil, que não oferece muita resistência a produtos no mínimo bem apresentados.
E todo mundo sabe disso; da Madonna à ex-Spice Girl Victoria Beckham, que já admitiu nunca ter lido um livro na vida. No Brasil, a atriz global Karina Bacchi já lançou dois (fracos) livros, engrossando a fileira de famosos que se aventuram na literatura infantil.
O mais recente caso é de ninguém menos que o “Playboy” Gabriel o Pensador, que explodiu nas rádios brasileiras há 14 anos com “Hoje eu tô feliz (matei o presidente)”. Desde então, o rapper virou figurinha carimbada na mídia, às vezes mais, às vezes menos, que lhe garantiram um (merecido) lugar na “festa da música tupiniquim”.
Seu primeiro livro, “Um garoto chamado Rorbeto” foi apadrinhado por Ziraldo, seu fã ardoroso. Devido ao justificado medo de mais uma bomba caça níqueis nas livrarias, as palavras do padrinho fazem parte de um encarte colocado sobre a capa, que inclusive leva a sua assinatura. Com esse selo de qualidade, é difícil não se convencer a dar pelo menos uma espiada, que já torna o livro quase irresistível com as magníficas ilustrações de Daniel Bueno e a sempre caprichada edição da Cosac Naify.
Mas vamos ao que importa: e o texto? Felizmente, todo o esmero do trabalho se justifica ao envolver e ambientar a bela história contada por Gabriel o Pensador, que pode não agradar a todos como músico, mas tem um inegável jeito com as palavras.
O livro conta de um jeito gostoso a história de Rorbeto, que tem o nome errado por um erro do pai e relembra do maior susto da sua vida no início da vida escolar. A história tem originalidade e um ritmo quase musical, que leva de uma página à outra de maneira automática.
Pode não ser um novo clássico da literatura infantil, mas sem dúvida foi uma surpresa muito agradável para mim. Recomendo com louvor a entrada de Gabriel o Pensador no concorrido mercado de livros infantis, hoje já tão empanturrado com porcarias.
Escrever e esquecer
Os professores de roteiro vivem dizendo que escrever é um processo de vai e vém, de escrever e reescrever continuamente até que se atinja um texto satisfatório. Grande. Bom, a esse processo um tanto quanto óbvio, acrescento mais uma etapa que para mim faz muita diferença: esquecer.É um exercício que faço página a página, capítulo a capítulo. Escrevo um pouco, avanço, avanço, tenho novas idéias e então paro e relaxo. Levanto, vou até a cozinha, rego as plantas, faço qualquer coisa menos pensar na história. É uma maneira legal de não deixar o entusiasmo contagiar demais o texto e também se conectar com o mundo lá fora, lembrar que o extraordinário existe e não só faz parte do livro, como também depende de tudo o que nos cerca.
Isso inclui as coisas mágicas que acontecem com uma história justamente quando não estou pensando nela. Uma garota correndo no parque igualzinha à personagem que imaginei; alguém que me liga para falar de um livro que eu estava pesquisando ou até mesmo uma música dos anos 90 que passa do nada na MTV justamente quando dias atrás escrevi sobre ela. Acontece o tempo todo, basta fechar o editor de texto e abrir os olhos.
Por esses e outros motivos, às vezes não mexo no texto por dias ou até semanas até que eu me esqueça o máximo possível dele. Assim, vou poder vê-lo com os olhos de quem nunca o leu, e identificar com muito mais clareza suas qualidades e defeitos. É muito gostoso “redescobrir” algo que você criou, por isso cada dia de espera vale a pena. Tem gente que diz que o legal da vida é ver tudo como se fosse a última vez, eu já prefiro tentar ver como se fosse a primeira. ![]()
Katharine McPhee
Com vocês, a melhor candidata dos últimos 5 anos, a estonteante Katharine McPhee, futura vencedora do American Idol!!




(5 votos)