Lisa Loeb is #1 single

Lisa Loeb está procurando alguém interessado em espiritualidade, em ser uma pessoa melhor e que deseja ter filhos! E que diabos eu estou fazendo em São Paulo? AAARGH!!
Lisa Loeb #1 single
E!
Dia 02/07, às 15h
Super-Homem - O Retorno

Acabei de voltar do cinema, após ter assistido a Super-Homem - O Retorno pela segunda vez… e, agora que eu já conhecia toda a história, pude prestar mais atenção às sutilezas do filme e me diverti ainda mais que na primeira vez.
Resenhas sobre o filme você pode ler em qualquer lugar, e acho que todas são unânimes em dizer o quanto ele chuta bundas. O que eu quero comentar aqui são leituras pessoais que fizeram do filme inesquecível para mim. Por isso peço que não considerem esse texto uma crítica e sim um relato transparente das sensações que o filme me trouxe.
Coragem
Pra começar, achei a decisão do diretor Bryan Singer de fazer uma continuação de Super-Homem ll brilhante. Quantos filmes podem se dar ao luxo de ter uma continuação 27 anos depois de seu lançamento? Foi uma rara oportunidade na história do cinema que Bryan Singer aproveitou com maestria. Ele usou toda a mitologia do personagem a seu favor. Não perdeu tempo em reapresentar algo que todo mundo já sabe. Nenhum outro personagem de quadrinhos tem esse poder; mesmo quem nunca pegou num gibi do Super-Homem sabe o que é kryptonita e quem é Lois Lane. Mas pergunte por aí quem é a namorada do Batman ou os pais do Homem-Aranha e a história vai ser bem diferente.
Mesmo com toda a notoriedade trazida por quase 70 anos de histórias, uma bem sucedida carreira no cinema e o recente sucesso da TV Smallville, o filme não deixa de ser corajoso e até arriscado. E é aí mesmo que está um de seus maiores méritos; apesar de ser entretenimento, Super-Homem - O Retorno, se arrisca a contar uma história profunda e cheia de camadas. A introduzir elementos numa história que se tornou mitologia moderna, sem desrespeitar todo o legado que ela traz.
Fé
É claro que o mundo precisa do Super-Homem. Um salvador, alguém que luta pela verdade e justiça e “todas aquelas coisas”. O paralelo com Jesus Cristo não só foi mantido como reforçado no filme. As cenas que mostram sua ascensão aos céus só poderiam ser uma menção mais clara se fossem seguidas de um número de capítulo e um de versículo.
O Super-Homem não é um herói que nasceu da culpa como o Homem-Aranha, ou da vingança como o Batman. Se isso faz dele um personagem menos profundo, que seja. O Super-Homem é bom porque é bom, e é uma inspiração para pessoas dentro e fora dos quadrinhos. Tem motivo melhor para definir e admirar um herói?
Respeito
Se você ainda não viu o filme, espere para fazê-lo após assistir em DVD aos filmes Super-Homem 1 e 2. Eu garanto, a experiência será completamente diferente.
A atenção aos detalhes e nuances de cada personagem trazidos à nova versão é primorosa. A começar pela abertura e os créditos iniciais, feitos tal qual o filme original. Já na casa de Martha, a mãe adotiva do Super-Homem, é possível ver um quadro com Glenn Ford, que interpretou o pai do herói no filme de 78. A utilização da voz de Marlon Brando como Jor-El então já vale o preço do ingresso.
Todos os personagens principais repetem falas dos filmes de 78. A chegada de Clark ao Planeta Diário e seu encontro com Jimmy Olsen é um dos muitos diálogos intocados, que são uma verdadeira declaração de amor à obra original e de respeito a muitos que, como eu, consideram Super-Homem 1 um precioso tesouro da infância.
Amor
É mais do que ação desenfreada, troca de socos e efeitos especiais. Super-Homem - O Retorno é uma história de amor. Essa é uma das nuances que tornam o filme tão rico.
Você não necessariamente torce para que o casal fique junto no final. Fica aquela dúvida se é certo ou não; eu cheguei a torcer para que o beijo não saísse. Quem já amou sabe que amar não significa estar junto, mas estar “sempre por perto”.
Conclusões
Eu sempre tive uma certa inveja das pessoas que viram filmes como Super-Homem 1, Star Wars e Indiana Jones no cinema. Durante toda a minha vida, eu me perguntava quando eu poderia ter a mesma sensação e orgulho para poder contar para meus filhos e netos.
Vieram filmes como Matrix, Senhor dos Anéis, Homem-Aranha. Filmes que eu até sinto um orgulhozinho, mas não é a mesma coisa. Eu tinha 6 anos quando vi Super-Homem 4 no cinema num passeio da escola, e me lembro com detalhes fotográficos o dia nublado, a estranheza que me causou termos entrado pela porta lateral do Cine Roxy e ainda me pergunto quem eram aqueles meninos sentados na fileira da frente, já que da minha classe é que não eram.
Quando estava mais velho, acabei percebendo a importância dos filmes do Super-Homem no cinema e o quanto eu desejaria poder ter visto o original com um pouquinho mais de idade, até porque o 4o é ruim de doer. Desde então, tenho esperado por anos a fio a volta do Homem de Aço, e hoje finalmente posso estufar o peito e dizer que a espera valeu a pena. O Super-Homem está de volta! Como diria Clark Kent, supimpa!!
Heroes - O novo Lost?

É difícil julgar uma série pelo seu piloto. Muitas séries começam com pilotos fantásticos que acabam passando despercebidos pelo grande público e levando ao cancelamento prematuro. Outras começam mornas com audiências gigantescas que injetam energia e dinheiro para que se faça algo melhorzinho.
Todo mundo já ouviu falar de Lost, que estabeleceu um novo patamar de qualidade nas séries de TV. Tanto a técnica quanto os roteiros beiram o soberbo, e não raro, os episódios são uma ótima opção à fraca safra do cinema recente. Mesmo com sua trama complicada, Lost tem apelo desde meninas adolescentes a mães de família, passando por executivos e a “classe média descolada”, como definiu a Folha de SP.
O que todo mundo quer saber agora não é só quem são os temidos “Os Outros”. É também qual será o próximo Lost. A maior aposta desse ano é a série Heroes, da NBC, que conta a história de pessoas normais que desenvolvem superpoderes para… salvar o mundo. Tudo isso é declarado logo na introdução do piloto. Somos então apresentados aos personagens, que têm diversos superpoderes como invulnerabilidade, teletransporte e vôo. Não se trata porém dos novos Superamigos ou X-Men. A série traz um tom bem realista, e a mistura de personagens multi-étnicos e trama misteriosa lembra bastante Lost.
Apesar de não saber aonde isso vai dar, estou ansioso para ver os próximos episódios, que aliás, só estréiam dia 11 de setembro nos EUA. O piloto porém já caiu na Internet há algumas semanas e está disponível na sua rede P2P favorita.
Veja o trailer de Heroes aqui: http://video.nbc.com/player.html?dlid=22400
Reality Check
- Devido à minha ausência, não pude acompanhar os reality shows musicais que tentam em vão preencher a lacuna deixada por American Idol. Não vi Latin American Idol, é bom? Confesso que estou meio com o pé atrás após a catástrofe de Ídolos.
- Outro que não vi foi a final do Ídolos. Alguém?
- Porém, um que tenho tentado assistir e sempre me diverte é Rockstar Supernova! Muito legal! Tem ótimos cantores, boas seleções musicais e uma dinâmica bacana entre os apresentadores. Não chega a ser tão legal quanto American Idol (e como poderia??) mas diverte. Achei muito engraçado um anúncio que vi num outdoor durante a minha viagem: “With Tommy Lee on the band, things are gonna be BIG!“. Se você não entendeu, é melhor assim.
- O filme do Super-Homem é a coisa mais linda que vi no cinema em muito tempo. Quando tiver um tempinho falarei mais sobre o ele. Em compensação, os produtos licenciados… pelo amor de Deus! Horríveis. Eu adoraria ter uma lembrancinha desse filme tão magnífico, mas você já viu os bonequinhos? Como disse o Michel, eles não parecem o Super-Homem, parecem o Fox Mulder! Uma pena…
- Acho engraçado essas pessoas que “comemoram” os dias quentes no inverno, como a terrível semana que tivemos em SP. Andando pelo meu bairro, reparei como todas as plantas já desabrocharam suas flores, dois meses antes da primavera. A natureza está ficando maluca, as calotas polares estão derretendo e eu tenho que aturar uma menina sorridente apresentando a previsão do tempo como se isso fosse uma coisa boa.
- Três meses antes do retorno ao Bittorrent e às TVs americanas, Lost voltou a ser notícia essa semana. Além da participação de Rodrigo Santoro, os produtores anunciaram que o significado dos números poderá ser revelado. Oras, mas eu já sei o que eles significam. Dinheiro perdido na Mega Sena! Falando em dinheiro, se alguém quiser me dar de presente esse boneco do Locke, eu aceitarei de bom grado:

Super-Séries
Veja como sua série favorita se chamaria se passasse na Globo ou no SBT!
O Retorno
Pois é, o que eu falei? Memórias. Foi nisso que os dias 10 a 20 de julho de 2006 se tornaram.
Fiz novos amigos, conheci novos lugares e me apaixonei por uma cidade que só conhecia por filmes. Mas o mais legal foi perceber a ligação entre tudo, ver que um propósito maior está sendo cumprido e que nada no caminho aconteceu por acaso. Que valeu a pena.
Como eu disse no post anterior à viagem, a vida é um grande flashback. Um lampejo de luz, apenas uma rápida memória perdida no cosmo. Durante a jornada, acabei percebendo que esse conceito também se aplica à idéia que temos do futuro, que passa a ser a escolha das memórias queremos deixar.
Você vai saber mais sobre essas escolhas nos próximos meses. As novidades serão excitantes e não quero entregar o ouro agora. Quem acompanha meu trabalho há algum tempo sabe que costumo fazer mistério durante meses, e dessa vez não será diferente!
See ya in another life, brotha!

The journey begins
O que é a nossa vida senão um grande flashback?
Tudo o que vivemos, nossas experiências boas e ruins, nosso dia a dia, o que fizemos hoje pela manhã, o legado que deixaremos para as gerações futuras. Exceto pelo momento em que ocorrem, todas essas coisas estão fadadas a se tornarem apenas lembranças de nossa breve passagem por aqui.
Por isso, gosto de pensar nas minhas experiências presentes e futuras como lembranças. O que eu aprendi, o que quero deixar, como aproveitei? Pode ser meio confuso, mas talvez faça sentido se você, desde sempre, ver sua vida como começo, meio e fim. É o que ensinou o príncipe Sidarta Gautama ao dizer que vida e morte são de extrema importância.
Nos próximos dias, embarco para uma nova memória. Uma nova lembrança prestes a ser escrita para um dia eu contar para os meus netinhos. O destino não importa muito, e sim a trilha que me trouxe até aqui e me leva para essa memória tão marcante, da qual falarei mais nos próximos meses e anos. Memórias. Viu?
Esse blog entrará em recesso até o final do mês de julho. Até breve!! ![]()
Aquecimento Super-Homem: entrevistas exclusivas e o caramba a quatro
E aí, roendo muito as unhas pelo filme do ano?? Está acompanhando o especial do Omelete? Já leu as entrevistas exclusivas com o diretor Bryan Singer, Brandon Routh (Clark Kent) e Kate Bosworth (Lois Lane)? Tem vários artigos meus lá, então não perca tempo, pequeno gafanhoto!
America’s Got Talent
Vídeo inacreditável de uma menina de 11 anos cantando na nova competição de talentos dos Estados Unidos que tem como juiz ninguém menos que David Hasselhoff!!
Ai ai… lá vou eu ficar viciado em mais um concurso de talentos! Ninguém merece!




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