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Morte, de Neil Gaiman

Publicado em Setembro 29th, 2006 in Livros e Gibis by Fábio Yabu

A Conrad continua mandando muito bem nos lançamentos e agora presenteia os leitores com uma edição caprichada da personagem Morte, criada por Neil Gaiman. A coletânea inclui os clássicos O alto preço da vida e O momento da vida, ilustrados por um dos meus desenhistas favoritos, Cris Bachalo. Tem também uma tal de Morte fala sobre a vida, que não li, além de textos e galerias exclusivos. Vale muito a pena, compre no nosso Rojinha que você não vai se arrepender!

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Morte: quem é vivo, compra!

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Novo site Herói

Publicado em Setembro 29th, 2006 in Games, Livros e Gibis, TV by Fábio Yabu

Ah, eu não vou mentir. Eu acho que a Futuro e a Conrad (que antes eram uma só) sempre mandaram muito bem em quase todas as suas empreitadas. Tirando alguns derrapes aqui e acolá (livros caça-níqueis de Cavaleiros do Zodíaco, Harry Potter, Rebelde, Courtney Love (??) etc…), normais em qualquer editora, elas sempre mantiveram suas publicações acima da média do mercado. Mangás (Buda, Biografia de Osamu Tesuka) e livros relevantes (Coleção Baderna, obras de Neil Gaiman), não só porcarias da TV, além das melhores revistas de games já publicadas aqui. Até hoje dou uma lida na Nintendo World, ainda que eu não ligue o videogame há quase um ano (se bem que recentemente joguei The Legend of Zelda: The Minish Cap, no GBA. Totalmente excelente!).

A Herói, que marcou minha adolescência já oscilou entre fenômeno de vendas, sinônimo de cultura trash e revista cult. Com a explosão da Internet, foi uma das muitas publicações que se viram na encruzilhada da banca vs. web, e aos poucos vai encontrando seu caminho. O novo portal Herói (que também traz o conteúdo do Gameworld e das revistas Futuro) é mais um passo nessa direção. O site é repleto de conteúdo e bem funcional (ainda que ignore usuários de conexões e resoluções menos privilegiadas). Privilegia games e TV, faz sim muito jabá para as próprias publicações, mas é de se entender já que a Futuro é uma das maiores produtoras de conteúdo para esse público.

Ainda que podada por fatores que vão desde o uso do português no mundo à desigualdade social por aqui, a demanda por entretenimento digital vem crescendo a olhos vistos no Brasil. O Omelete é o melhor exemplo disso, que já atingiu a maturidade e atrai a atenção de anunciantes e estúdios de cinema de peso, graças ao profissionalismo e a dedicação de meus colegas de cozinha, que mantém o site há seis anos.

Entretanto, fica uma pergunta no ar: com o amadurecimento do mercado, como diferenciar (e vender) tantos sites voltados para o mesmo público? Herói, Omelete, A Arca, Gameworld e tantos outros por aí devem estar se fazendo a mesma pergunta agora se quiserem sobreviver sem se canibalizar. Acredito que, mais do que notícias replicadas, os sites devam investir em conteúdos exclusivos e com personalidade, como blogs, podcasts e interação com os usuários. Ainda há muito o que se fazer, mas é gratificante ver o trabalho de tanta gente bacana finalmente dando frutos.

Conheça o novo site Herói

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Sebastian Bach em Gilmore Girls

Publicado em Setembro 27th, 2006 in Bobeirinhas, TV by Fábio Yabu

Para comemorar a reestréia das nossas queridas Gilmore Girls, (re)veja o melhor momento da sexta temporada: Sebastian Bach, ex-Skid Row, cantando Hollaback Girl, de Gwen Stefani. Deliciosamente constrangedor.


Eu tinha uma camiseta do Sebastian Bach. Mas meu pai me fez jogar fora (pior que é verdade!).

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Projeto Cidade Limpa é aprovado \o/

Publicado em Setembro 27th, 2006 in Notícias by Fábio Yabu

A cidade de São Paulo tem muito o que comemorar, eu mesmo vou mandar pagar pastel e uma garapa para todo mundo aqui na rua. O projeto Cidade Limpa foi aprovado hoje, com 45 votos a favor e apenas um contra. Até o dia 31 de dezembro, a maior parte da publicidade que se vê nas ruas será teoricamente retirada: outdoors, cartazes em muros e postes, empenas (aquelas coisas horrorosas que só poderiam ter saído da cabeça de um publicitário, quando eles transformam a lateral de um prédio num anúncio gigante), painéis eletrônicos, enfim, tudo o que polui visualmente a cidade e trata os nossos olhos como privadas de sacadinhas, trocadilhos e egomania desenfreada. Uma grande vitória para São Paulo e um exemplo a ser seguido por outras cidades.

É claro que ainda tem muito a ser feito. São Paulo ainda será uma cidade que constrasta o modernidade com a miséria, mas os anúncios de “Como montar e gerir uma pousada” não vão fazer a menor falta. Foi um passo importante dado; agora ainda faltam as pixações, a sujeira, melhorar a iluminação pública, a fiação dos postes… o que cada um pode fazer a respeito? Muito simples: ligar para 156 e pedir providências à prefeitura sempre que ver algo errado.

Desemprego

O mercado esperneia que a medida vai causar o desemprego de mais de 20 mil trabalhadores. Eu discordo, já que a publicidade movimenta anualmente 21 bilhões de reais, equivalente a 1% do PIB. Só pra se ter uma idéia, os gastos com educação equivalem a menos de 4%. Ou seja, o natural é que os trabalhadores e empresas sejam realocados para atender a outros tipos de demandas dos anunciantes; que vão precisar continuar anunciando seus produtos de outras maneiras.

O podcast do Brainstorm #9 traz uma discussão interessante sobre a nova visão do mercado publicitário, chamada de Long Tail, ou Cauda Longa. Chega de dar tiro para tudo quanto é lado e tratar as pessoas como uma massa impensante e compulsivamente consumista. A teoria do Long Tail estabelece que deve-se falar diretamente com o público alvo de maneira totalmente segmentada, tratá-los como GENTE e não como massa, como por exemplo os anúncios do Google nesse blog e tantos outros. É bem bacana e por incrível que pareça, é feito por um publicitário! Tá vendo, o mundo tem jeito, eu vivo dizendo isso! :P

Links:
Brainstorm #9 - existem publicitários legais, vai. Uns dois. Acho. Ou não. Vai logo antes que eu mude de idéia!
Bluebus - 10 anos no ar, nenhuma palavra acentuada.
Câmara dos Vereadores de SP - leia o projeto Cidade Limpa na íntegra.

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Acharam o velho! O retorno de Alvar Hanso!

Publicado em Setembro 26th, 2006 in Lost by Fábio Yabu

O texto abaixo pode ter spoilers pra quem não viu a segunda temporada de Lost.

Parece que finalmente o jogo Lost Experience chegou ao fim. Além de ter revelado o significado dos números como prometido, o jogo ainda revelou o paradeiro de Alvar Hanso, fundador da Hanso Foundation e sua ligação com a hacker Rachel Blake. Enquanto nerds do mundo inteiro perdiam horas preciosas de suas vidas juntando as pistas, eu ficava em casa cuidando da minha enquanto eles faziam o trabalho sujo. Agora, o resultado está no vídeo abaixo, por enquanto em inglês, encontrado pelo pessoal do blog Dude! We are lost.

Resumindo: Rachel Blake finalmente encontra Alvar Hanso na Noruega. O velho parece estar bem, dá um migué no segurança vacilão e conta a Rachel que ele está sendo mantido preso por ordem de seu ex-discípulo, Thomas Mittlejerk, digo, Mittlewerk. Ele pede que Rachel denuncie as falcaturas que estão sendo feitas em seu nome, e por algum motivo colocar o vídeo no YouTube pareceu mais razoável do que ir até a delegacia local. No final, Hanso ainda revela que ele é ninguém menos que… pai de Rachel! Ta-da!
Ao que parece, Hanso retomou o controle da Fundação, como pode ser visto em seu site, que agora traz uma mensagem do próprio velhinho.

Em sua declaração, Alvar Hanso diz que vai reconstruir a fundação, longe das pérfidas garras de Mittlewerk, que parece estar por trás de muitas das coisas sinistras vistas na ilha. A pergunta agora é: como isso vai influenciar a série? É difícil saber o quanto os roteiristas vão arriscar nessa jogada; já que Lost é um fenômeno no mundo inteiro como programa de TV, e não dá pra esperar que cidadãos comuns fiquem fuçando o YouTube o dia inteiro à procura de pistas. Eu acho que tudo o que foi visto em The Lost Experience é tipo um plus a mais adicional, como os curtas lançados entre um filme de uma trilogia e outro, afinal a galinha dos ovos de ouro é a audiência da TV, e não os fanáticos sedentos da Internet. Mas sem dúvida foi um jogo divertido, que ajudou a manter o interesse pela série no período da entresafra. Agora vamos ver o que acontece!

Links:

The Hanso Foundation - o site da fundação e a mensagem de seu criador.

Whereisalvar.com - a competição online criada como um plano maluco de Rachel Blake para revelar o paradeiro de Hanso. Milhares de barras de chocolate Apolo foram espalhadas pelo globo, e quando um número suficiente delas foi encontrada (1024 normais e 78 douradas), a verdade veio à tona. Mas não era mais fácil ter ido a um jornal??
Dude! We are LOST! - Blog muito bom, que sempre encontra as novidades sobre a série.

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Alvar Hanso: Foi horrível! Eu fui mantido prisioneiro numa mansão chiquérrima na Noruega, a jacuzzi estava quebrada e eu só consegui escapar porque o segurança me deixou a sós na sala recebendo uma visita!!

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O Presente

Publicado em Setembro 26th, 2006 in Crônicas by Fábio Yabu

Quantas vezes uma coisa assim pode acontecer na vida?

Eu havia ido para Santos passar meu aniversário com minha família. Ao chegar ao prédio onde cresci, olhei para a janela da sala e vi um vulto acenando para mim. Meu irmão, que estava ao meu lado disse “Putz, quem é?“. Porque, convenhamos, alguém acenando para você na janela da casa dos seus pais não pode ser coisa boa. Nunca é.

Subimos apreensivos. Entrei em casa correndo, evitando a sala, e puxei minha mãe pro meu quarto. “Mãe, quem tá aí??“. “Vai lá ver!”. “Não, mãe! Não brinca com essas coisas!“. “Vai lá ver, bobo!“. “Não, mãe! Não faz isso comigo, vai que é uma tia que eu não lembro o nome, aí ela vai ficar constrangida e eu também“. Meu argumento venceu e minha mãe disse: “É a Dulcelina“.

Putz.

Meu coração desmontou na hora.

Dulcelina teve um papel fundamental no início da minha vida. Durante sete anos, ela trabalhou na casa da minha família, cuidando de mim e dos meus irmãos. Trocou fraldas, levou para a escolinha, fez comida, limpou a bagunça, viajou conosco, até que, aos  cinco anos eu a vi na cozinha dando um forte abraço na minha mãe. Não lembro se elas choravam, lembro só da minha mãe agradecendo muito e dando a ela um maço de notas da moeda vigente na época. Um pequeno agradecimento pelos anos de dedicação. Então, Dulcelina chegou para mim, abaixou-se e disse “Tchau, Fábio” e tudo o que eu pude dizer foi “Tchau“.

Eu nunca esqueci esse “tchau”. Logo depois chegou o que chamo de “Dulcelina Genérica”, tanto que se chamava “Dulcinéia” (podia ser “Dulcinérica”). Mas ela não durou nem um mês, não se adaptou e meu irmão morria de medo dela. Ela foi a última moça a trabalhar em casa. E desde então eu me perguntava, “mas cadê a Dulcelina?”

A Dulcelina estava lá aquele dia, para me ver no meu aniversário, 21 anos depois daquele “tchau”. Vinte e um anos depois, os rostos mudaram muito, e ela perguntou “Esse aí é o Fábio?”. Antes de abraçá-la as palavras saíram na frente e disseram “Eu lembro do dia em que você foi embora…“, um jeito improvisado de pedir desculpas por aquele “tchau” tão desajeitado.

Memórias desenterradas, tesouros descobertos. Dulcelina falava, ria, tirava sarro dos cabelos brancos do meu pai, contava com orgulho o quanto aqueles tempos haviam sido difíceis. Era uma época terrível para se ser professor e ter três filhos “o cabeça branca aí (meu pai) demorava mas pagava!“. Ela ainda está jovem (42 anos, começou lá em casa com 17), com a mesma energia e bom humor de sempre, e enquanto ela falava e ria eu ia vendo os primeiros anos da minha vida serem reconstruídos na minha frente.

Minha mãe estava impressionada com o quanto de memórias eu guardei daquela época. Mas como seria diferente? As crianças são ótimas em guardar no coração as coisas que realmente importam, e pelo visto a Dulcelina também. Perguntei a ela “Você não tinha um colchão cor de rosa, com flores brancas no seu quarto?” e ela fez um “sim” com a cabeça, sorrindo. Aquele colchão durou muitos anos, e sempre que eu o via lembrava dela. Um dia ele ficou manchado, provavelmente de tão velho, e pensei “mas quem sujou o colchão da Dulcelina??“.

Naquele dia, tudo naquele apartamento mudou de cor e forma. Os móveis que resistiram ao tempo ficaram muito mais altos do que eu; a mesa da cozinha ficou mais fina e mais simples, o chão cobriu-se do famigerado carpete marrom que ela tanto odiava limpar. E lá no cantinho da sala eu estava com meus irmãos, brincando e vendo os desenhos da Xuxa com ela.

Eu não sei quantas vezes um momento desses pode acontecer na vida; mas acredito que sejam poucas. Por isso mesmo são tão especiais.

Depois da “festinha”, foi a minha vez de levá-la para casa. Era o mínimo que eu podia fazer depois de ter sido levado tantas vezes por ela. Mas dessa vez ao nos despedirmos, não fui nem um pouco sucinto. Fiz questão de dizer o quanto ela havia sido especial para mim e para minha família, e que gostaria muito de vê-la em breve e conhecer sua filha adolescente. Dulcelina pos a mão no meu rosto, acariciou a barba que não existia há 21 anos e disse: “Fábio… que saudade eu senti de você, meu menino… que saudade…

Eu também, Dulcelina…

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Rodrigo Santoro é Paulo em Lost

Publicado em Setembro 26th, 2006 in Lost by Fábio Yabu

O magrelinho Rodrigo Santoro já tem nome em Lost: vai se chamar Paulo e faz sua estréia já no segundo episódio, Further Instructions. Hahaha, ia ser comédia se no flashback dele mostrasse ele travestido em Carandiru! :P

Tem uma coisa que eu não gosto a respeito da participação dele. Imagina só você conversando sobre Lost com os amigos: “Cara, você viu Lost? É, o Sawyer deu um sopapo no Jack, que chamou o Sayid pra torturar ele de novo, mas aí o Eko apareceu com o… Rodrigo Santoro! Quem no Brasil vai chamar ele de Paulo? :P

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“Uma turminha muito louca vai enfrentar altos desafios na ilha de LOST! Com Rodrigo Santoro!”

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Limpeza na Paulista

Publicado em Setembro 25th, 2006 in Consciência by Fábio Yabu

Ontem, dia 24 de setembro, a ONG Zeladoria do Planeta realizou um enorme mutirão na Avenida Paulista. O objetivo não era protestar nem reivindicar nada, fazer barulho ou parar o trânsito. Era tudo muito mais simples: munidos de luvas, pás, vassouras e sacos de lixo os voluntários puseram-se a varrer as calçadas da Avenida que estavam incrivelmente imundas apesar os esforços hercúleos dos garis. Impressionante como a gente não repara no quanto de sujeira pisamos por aí. Restos de comida, copos do McDonald’s decompostos, cacos de vidro, folhas, chicletes, camisinhas, tampinhas de refrigerante, santinhos, telefone de disk sexo e o pior de tudo: bitucas de cigarro, que formam a maior parte da sujeira. Os fumantes, que já estavam na minha lista negra ao lado dos publicitários e petistas caíram ainda mais no meu conceito.

O mutirão foi formado por funcionários do Soho (com os quais fui confundido… nada contra, mas eu lá tenho cara de cabeleireiro?), escoteiros e voluntários. Quem passava na rua achava tudo aquilo meio surreal, um bando de gente, incluindo japoneses de cabelo colorido (taí o motivo da confusão), senhoras e criancinhas varrendo pra lá e pra cá. Alguns achavam bacana, alguns reclamavam (três pessoas me perguntaram por que eu não reclamava com a prefeitura a respeito da sujeira e dos buracos) e um tiozão queria saber que delito eu havia cometido para estar limpando a rua. Me senti a própria Rory Gilmore nessa hora.

Mais do que o ato simbólico de limpar a cidade que é a nossa casa, o evento foi mais uma amostra do quanto pequenas ações são importantes para mudar o mundo. O quanto é melhor arregaçar as mangas do que ficar em casa bullshitando hipocritamente. Enquanto me esforçava para tirar as bitucas de cigarro dos vãos entre as pedras da calçada, me perguntava quanto tempo iria levar para mais um fumante porco jogar sua sujeira ali. Mas então olhei para o lado e pela primeira vez na vida vi aquela calçada limpa. Encardida, mas sem sujeiras macroscópicas à vista. Então uma menina de uns 9 anos disse “Já pensou se cada um varresse a sua calçada? A cidade inteira ia ficar limpa assim”. Quem duvida que o mundo pode mudar?

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Alerta amarelo

Publicado em Setembro 24th, 2006 in Notícias by Fábio Yabu

Esse blog está prestes a exceder a transferência de dados mensal, o que é bacana pois mostra que tem cada vez mais gente interessada no que eu tenho a dizer, de amenidades a budismo e Momentos Jessica Simpson. Por outro lado, não quero que ele se torne uma despesa a mais para mim. Então, vou diminuir um pouco o uso de imagens (mas não de texto, fiquem tranquilos) e pedir que, de vez em quando, dêem uma olhadinha nos anúncios do Google que aparecem nas barrinhas. Não precisa sair clicando, aliás, desencorajo essa prática pois ela infla os custos dos anunciantes e é contra as regras do programa. Apenas dê uma olhada para ver se tem algo que lhe interessa, se for o caso, prestigie o anunciante com um simples clique e dois dedinhos de sua atenção! :)

Quem quiser comprar meus livros no Rojinha da Submarino, ou qualquer outro produto, basta clicar nos links na barra ao lado também. Assim, Yabud (meu alter ego turco) ganha uma dinheirinha e paga hospedagem da blog. ;P

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