Buy Mii a Wii
Histericamente engraçado:
Hahaha, reparem na moça que aparece aos 0:35.
Aproveito para anunciar que também estou postando no SaveGame.com.br, do Yabrother Merigo. Alguns posts serão compartilhados (como esse), já que o YabloG! não é exatamente um blog sobre games. É mais sobre o meu dia a dia e a minhas neuras. Quando games fizerem parte desse asssunto, postarei aqui. Já notícias e links mais nerds específicos postarei lá. Combinado?
Um solteiro cobiçado…
Heroes e amenidades

Kirsten Bell é… UMA GATA ELETRIZANTE!
Pois é, semana passada não teve o nosso tradicional Séries Round-Up! Eu nem havia me ligado que isso era um nome até surgirem os protestos nos comentários, mas enfim! Os últimos dias têm sido bem atribulados, mas não tão produtivos quanto eu gostaria… bloqueio criativo? Ou pura frescura? Sei lá.
Semana passada e essa foram marcadas também por visitas de amigos queridos que não via há tempos e outros cujo rosto vi pela primeira vez. Conheci pessoalmente o Cris Dias, que cuida com tanto esmero do servidor desse blog e o Carlos Merigo, que apesar de ser publicitário, tem meu apreço simplesmente para preencher a cota que é devida ao seu setor.
Enfim, vamos trabalhar (?). Estamos sem Prison Break há duas semanas, mas a série retorna aos US and A em episódio duplo na próxima segunda-feira. Enquanto isso, em Heroes… as coisas melhoraram nos últimos dois episódios. A partir daqui, você sabe, tem SPOILERS!
Tim Festival \o/
Rápidos comentários sobre o Tim Festival, já que essa semana começa tarde e termina cedo!
Apesar do monte de problemas, como atrasos e o som zoado no show da Juliette and the Licks, eu me diverti bastante no Tim Festival. Bom, talvez porque eu tenha chegado só pros três últimos shows, já que não curto Bjork. Acabei vendo a esquisitinha por tabela, já que a apresentação atrasou mais de uma hora. Eu também estava cercado de amigos, toda hora esbarrava em algum conhecido, inclusive uma menina que eu era afim. Eu achei que era o destino novamente tirando uma com a minha cara, falando “La la la la la, you’ll never get this!!“, mas depois de encontrar até gente que fez a terceira série comigo cheguei à conclusão de que os dois esbarrões que dei nela em momentos distintos na noite foram PURAMENTE ESTATÍSTICOS! Afinal, tinha só 20 mil pessoas naquela bagaça.
Bom, já que você não veio aqui para ler sobre a minha vida sentimental (té parece), vamos aos shows:
Juliette and the Licks
Que pena, o show da Juliette foi legal mas poderia ter sido muito melhor se o som não estivesse PODRE. A coitada até pediu pra ligarem o microfone dela depois da primeira música, Mind Full of Daggers, e depois já engatou Hot Kiss, sua música mais conhecida por aqui e a única que realmente empolgou. A platéia também não ajudou muito, até porque mesmo na frente do palco era difícil ouvir acompanhar as músicas. Muita gente também estava lá só pelo Arctic Monkeys e pelo Killers e não deu muita bola pras estripulias dela no palco. Teve Get Up, Sticky Honey e American Boy, três das minhas favoritas, mas nem assim a coisa rolou.
Arctic Monkeys
Depois do show da Juliette, veio o medo! Eu fiquei bem cabreiro quanto ao som, seria devastador assistir ao show do Killers daquele jeito. Aí veio o Arctic Monkeys, já com o som bacana mas os telões desligados. Esse povo não acerta uma?
Nunca fui lá muito fã da banda, mas devo admitir que a apresentação foi excelente! Eu, velhinho que sou, estava pensando em descansar durante o show para reservar minhas energias pro Killers, mas acabei pulando também! Depois, teve uma agonizante espera, que aliás começou começou em 2004 quando ouvi Somebody Told Me pela primeira vez.
The Killers!! \o/
A demora do show, que começou com quase três horas de atraso fez muita gente debandar. O que na verdade eu achei ótimo, assim deu pra ficar lá no meião junto com a galera que realmente tava a fim de assistir sem ficar esmagado como uma sardinha.
Pois é, o show do Arctic Monkeys foi bom, mas o do Killers fez minha cabeça, minhas cordas vocais e meu coração explodirem! Dos três shows que vi, foi disparado o que mais envolveu a platéia. Abriram com Sam’s Town, depois teve a cover Shadowplay, Enterlude/When you were young e aí sí hit atrás de hit! Parecia Street Fighter! Somebody Told Me, Smile like you mean it, Jenny Was a Friend of mine, Uncle Jonnhy e a minha favorita… Mr. Brightside. Quase chorei, com a performance, o envolvimento quase religioso do público, a presença de meus amigos queridos e com as adoráveis lembranças que essa música me traz…. ai, ai.
Não teve aquela palhaçada de fake ending, como já estava tarde (o show terminou quase 5 da manhã), eles já emendaram o bis e terminaram com Bones. Não foi o ponto alto da noite, já que Mr. Brightside foi imbatível, mas foi um final bonito e digno.
Zelda - A cronologia?

Um dos mistérios mais deliciosos dos games é se os jogos de Zelda têm ou não relação entre si. Será que cada um se passa num universo paralelo? Quantos Links, quantas Princesas Zeldas, quantos Ganondorfs existem? Os jogos deixam pistas aqui e acolá mas a Nintendo nunca se pronunciou a respeito. Reza a lenda que Shigeru Miyamoto, o criador da franquia, possui uma linha do tempo onde todos os jogos se encaixam numa grande história… eu sempre achei que era migué, até encontrar o vídeo abaixo, onde os malucos do Gametrailers.com conseguiram tirar leite de pedra e explicar perfeitamente toda a cronologia de Zelda, na qual o final de Ocarina of Time e Minish Cap são peças-chave para TODOS os outros jogos.
Vou estar inventando pessoas
Sei lá sabe, eu sempre gostei de inventar histórias. Quando eu era criança, ia dormir pensando no que o Zé Colméia fazia à noite, já que o desenho só se passava de dia. O que os Superamigos faziam quando não estavam socando a Legião do Mal, quanto o Chaves conseguia ganhar vendendo churros e fazendo seus bicos na vila. O que era uma preocupação acabou virando boas notas nas aulas de redação, bilhetinhos, cartas de amor, frases de efeito e independência financeira.
A última hora

Esse é o filme mais importante que você poderá ver esse ano. Em exibição na Mostra Internacional de SP, A última hora (The 11th hour) é um documentário produzido e apresentado por Leonardo DiCaprio que, assim como Uma verdade inconveniente, de Al Gore, é um verdadeiro tratamento de choque àqueles que não levam as mudanças climáticas a sério, e um apelo desesperado aos que já se deram conta do problema.
Um dia de boas notícias!

Hoje foi um dia repleto de boas notícias aqui nos campos de Hyrule. Segura, coração!!
Veronica Mars + Heroes, o final de Zelda e a família
Três posts em um só!! Pode ter spoilers sobre Heroes e Zelda, mas nada muito surpreendente! Até porque, vamo combinar que Heroes tá bem morno!





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