YabloG! - Archive - Resenhas

Você sabe quando está assistindo a muito American Idol quando…

abril 6th, 2006 | Posted by Fábio Yabu in Resenhas - (Comentários desativados)

… procura por Katharine McPhee, Taylor Hicks, Kellie Piclker e Mandisa no Google e descobre que a primeira ocorrência é o seu próprio blog! Duh!!Enfim, mais uma foto da minha favorita: the one and only, Katharine McPhee, ladies and gentlemen!

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Ídolos

abril 6th, 2006 | Posted by Fábio Yabu in Resenhas - (Comentários desativados)

Bem, assisti à estréia de Ídolos, a versão brasileira do meu programa musical favorito, American Idol.Acho difícil expressar uma opinião com apenas um episódio de estréia, ainda mais da versão de um programa consagrado há cinco temporadas que continua em plena forma. Mas algumas linhas gerais já podem ser traçadas… a primeira é sobre os jurados. Eles ainda não mostraram a que vieram. Todos me pareceram um pouco “verdes” e um tanto quanto artificiais.

Ídolos não é só um programa sobre seus cantores, mas também sobre seus jurados. Se essa escolha não for muito bem feita, todo o programa pode ir por água abaixo. Miranda, que dizem ser o mais forte candidato a “Simon Cowell brasileiro” me pareceu meio acanhado, consciente demais da câmera, travado. Acredito que isso possa melhorar com o tempo, vamos esperar para ver. Até lá, espero sinceramente que ele dê um jeito naquela barba nojenta e naquele cabelo ensebado.

Já Cyz, a nossa “Paula Abdul” me pareceu por demais teatral. Veja bem, uma coisa é ver a Paula Abdul batendo palminhas alegremente porque ela é meio bobona mesmo. A outra é encaixar alguém nesse perfil e esperar que se tenha a mesma química. Acho que não rola.

Também não entendi a matemática de se colocar quatro jurados ao invés de três.Como fazer em caso de empate? Enfim…

Já os apresentadores se saíram um pouco melhor, mas é curioso comparar não só a performance deles, mas dos “showmen” brasileiros em geral. Como tudo é alegria, piada, impostação de voz e muitos, muitos sorrisos, enquanto um fala e o outro espera a sua vez, ainda sorrindo, alternando falas ensaiadinhas sem muita personalidade.

Acho que falta aos apresentadores brasileiros um pouco de ironia, personalidade, e a capacidade de prender a atenção falando naturalmente.

O que vai dizer se o programa vai vingar ou não é a química. American Idol é o sucesso que é por causa da mistura muito equilibrada entre os juízes, os candidatos, a edição, o apresentador e o desenrolar do programa. E o principal, que muita gente não sabe por puro preconceito: American Idol é um programa sobre excelentes cantores. Vamos ver se Ídolos vai seguir o mesmo caminho e quem sabe, revelar a Kelly Clarkson brasileira.

American Idol: A elite

março 21st, 2006 | Posted by Fábio Yabu in Resenhas - (1 Comments)

Quem será a próxima Kelly Clarkson ou o próximo Bo Bice? A cada semana, um dos 12 melhores talentos recém-descobertos pelo programa é eliminado. O nível esse ano está excelente, mas como nos anos anteriores, não é muito difícil imaginar quais cantores estarão nas finais. Abaixo os meus palpites, e no final, a minha aposta para a grande vencedora:

Taylor Hicks
Por que ganharia: Como disse Simon Cowell, Taylor poderia “acabar com a indústria de video-clipes com apenas uma mão”. É de longe o cantor mais carismático, mesmo não sendo o melhor, Taylor transpira música, talento e principalmente, originalidade.

Por que não ganharia: vai enfrentar o estilo consagrado e a simpatia de Paris Bennett, a beleza estonteante de Katharine McPhee e a voz poderosa da diva Mandisa. Páreo duro. Mas Taylor Hicks estará muito bem qualquer que seja sua colocação final, pois já tem uma legião de fãs nos EUA.
Mandisa:
Por que ganharia: Suas apresentações são impecáveis, sua voz é perfeita. Sem dúvida a melhor voz feminina da competição.
Por que não ganharia: Apesar de todo seu talento, é pouco provável que sua voz de diva chegue às finais, já que nos anos anteriores cantoras igualmente competentes acabaram morrendo na praia, como Diana de Garmo (vice-ganhadora de AI 3) e Latoya London. Uma coisa é ver uma diva se esgoelando na TV, outra é comprar seus CDs e lotar estádios.
Kellie Pickler:
Por que ganharia: Uma palavra: “calamari”
Por que não ganharia: A última edição já elegeu uma American Idol country (e loira). Apesar de talentosa, linda e meeeeiga, é difícil não compará-la com Carrie Underwood. É provável que os americanos votem em candidatos diferentes dos vencedores dos últimos anos, como Taylor Hicks e Katharine McPhee.

Chris Draughty
Por que ganharia: É o melhor cantor de rock que já apareceu na competição. É ousado na escolha de músicas e suas performances são dignas de uma estrela do rock.
Por que não ganharia: Não é muito versátil como Bo Bice, o vice-ganhador do ano passado. Sua voz grave não lhe permite cantar ritmos muito fora do hard rock, o que pode fazer com que as pessoas enjoem rapidamente dele.
Paris Bennett:
Por que ganharia: A primeira audição de Paris simplesmente rodou o planeta através dos links no YouTube e sites de fãs, e fez muita gente que nunca ligou para American Idol começar a prestar atenção ao programa. Tem a voz, a simpatia e o talento para ser a próxima vencedora.
Por que não ganharia: É difícil não compará-la com Fantasia Barrino, a vencedora da terceira edição. Mesmo sendo bem mais carismática, é provável que os EUA escolham uma cantora diferente dos últimos anos.
Katharine McPhee
Por que ganharia: Katharine já conquistou milhares de fãs ao redor do mundo desde a sua primeira audição, com God Bless the Child. Além de ter uma voz maravilhosa, é simpática e de longe a competidora mais bonita que já apareceu em 5 anos de American Idol.
Por que não ganharia: Katharine terá que derrotar adversários fortíssimos: Paris Bennet, também uma das favoritas desde a primeira audição, Mandisa e Taylor Hicks, que pode ser o coringa esse ano e surpreender a todos se aparecer na final.
Bolão:
A ordem que imagino que os candidatos serão eliminados:
Melissa McGee
Bucky Covington
Kevin “Chicken Little” Covais
Ace Young
Lisa Tucker
Elliot Yamin
Mandisa
Chris Draughty
Kellie “Calamari” Pickler
Taylor Hicks
Final: Paris Bennet e Katharine McPhee

And the next American Idol is…

Não basta ter apenas beleza ou cantar bem. Na verdade, os dois elementos devem ser bem equilibrados com talento, simpatia e presença de palco. Baseado nesses quesitos, eu aposto minhas fichas em Katharine McPhee! I got the McPheever

Um garoto chamado Rorbeto

março 10th, 2006 | Posted by Fábio Yabu in Resenhas - (3 Comments)

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Sabe por que eu acho que escrever para crianças é uma responsabilidade tão grande?Não é só porque eu acho que os escritores ajudam a construir as fantasias das crianças, ou porque eles acabam se tornando modelos e referências, ou ainda porque eles ajudam a formar cidadãos mais conscientes através da leitura.É claro que isso ajuda, e me acompanha em cada página que escrevo. Mas o que realmente me preocupa, onde a tal da responsabilidade entra mesmo é na simples, dura e inegável verdade: qualquer um pode escrever para crianças. Por pior que seja o livro, ele certamente encontrará cá e acolá a incomparável condescendência infantil, que não oferece muita resistência a produtos no mínimo bem apresentados.

E todo mundo sabe disso; da Madonna à ex-Spice Girl Victoria Beckham, que já admitiu nunca ter lido um livro na vida. No Brasil, a atriz global Karina Bacchi já lançou dois (fracos) livros, engrossando a fileira de famosos que se aventuram na literatura infantil.

O mais recente caso é de ninguém menos que o “Playboy” Gabriel o Pensador, que explodiu nas rádios brasileiras há 14 anos com “Hoje eu tô feliz (matei o presidente)”. Desde então, o rapper virou figurinha carimbada na mídia, às vezes mais, às vezes menos, que lhe garantiram um (merecido) lugar na “festa da música tupiniquim”.

Seu primeiro livro, “Um garoto chamado Rorbeto” foi apadrinhado por Ziraldo, seu fã ardoroso. Devido ao justificado medo de mais uma bomba caça níqueis nas livrarias, as palavras do padrinho fazem parte de um encarte colocado sobre a capa, que inclusive leva a sua assinatura. Com esse selo de qualidade, é difícil não se convencer a dar pelo menos uma espiada, que já torna o livro quase irresistível com as magníficas ilustrações de Daniel Bueno e a sempre caprichada edição da Cosac Naify.

Mas vamos ao que importa: e o texto? Felizmente, todo o esmero do trabalho se justifica ao envolver e ambientar a bela história contada por Gabriel o Pensador, que pode não agradar a todos como músico, mas tem um inegável jeito com as palavras.

O livro conta de um jeito gostoso a história de Rorbeto, que tem o nome errado por um erro do pai e relembra do maior susto da sua vida no início da vida escolar. A história tem originalidade e um ritmo quase musical, que leva de uma página à outra de maneira automática.

Pode não ser um novo clássico da literatura infantil, mas sem dúvida foi uma surpresa muito agradável para mim. Recomendo com louvor a entrada de Gabriel o Pensador no concorrido mercado de livros infantis, hoje já tão empanturrado com porcarias.

Katharine McPhee

março 1st, 2006 | Posted by Fábio Yabu in Resenhas - (2 Comments)

Com vocês, a melhor candidata dos últimos 5 anos, a estonteante Katharine McPhee, futura vencedora do American Idol!!

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