YabloG! - Blog do escritor Fábio Yabu

Ajude a escolher meu novo videogame

fevereiro 16th, 2009 | Por Fábio Yabu sob Sem categoria - (63 comentários)

street_fighter_4

Pois é, pessoal! Dia 17 é amanhã, e nesse dia mais que especial, chega às lojas americanas estadunidenses o jogo de luta mais aguardado de todos os tempos… STREET FIGHTER 4. Durante meses, acompanhei tudo o que saía sobre o jogo, e, mais uma vez, fiquei embasbacado com todo o esmero da Capcom na sua criação. O carisma dos personagens, a jogabilidade impecável e os gráficos sobertos têm tudo para fazer desse o melhor Street Fighter de todos os tempos! Tive a oportunidade de jogar a versão japonesa na Comic-Con do ano passado, e eu posso garantir que todas as expectativas serão superadas (leia no Save Game)!

Portanto, não dá pra ficar de fora desse momento histórico. Antes que a economia global derreta e o dólar vá para os 3 reais, resolvi comprar um novo videogame, só pra jogar Street Fighter 4, que fará compania ao meu amado Wii.

A questão é: qual?

PS3?

De um lado, temos o PS3, que dizem ter ficado abaixo das expectativas do público. Entretanto, ele já tem o player de Blu-Ray, o que valeria o investimento de longo prazo SE o formato Blu-Ray pegar. Eu tenho sérias dúvidas quanto a isso, e acho que discos e mídias físicas vão cada vez mais  dar espaço aos downloads.

Prós:

  • Blu-Ray
  • Compatibilidade com os jogos de PS2
  • Pequena vantagem: o PS3 é compatível com a minha TV, uma Sony Bravia. Assim, dá pra controlar tudo pelo mesmo controle.

Contras:

  • Em tempos de iTunes, Blu-Ray é mesmo uma boa idéia?
  • É grande, feio e pesado Será que vai combinar com a minha sala?
  • Dos meus amigos, só o ALEX, o Kibe e o Érico, do Omelete, têm. O resto é tudo XBox ou Wii (às vezes, os dois)

XBOX 360?

Reconheço, eu tenho o maior preconceito contra a Microsoft. Trauma de quem sofreu anos usando Windows. Hoje, sou totalmente Microsoft-free. Será que vou ter que engolir meu orgulho e comprar o console do Bill Gates? Dizem que os gráficos são melhores do que os do PS3 e a diversidade de títulos maior. Mas é importante notar que eu não sou um gamer hardcore – e, muitas vezes, fico meses sem ligar o videogame. Tenho jogado muito mais no meu iPod touch do que na TV. E agora?

Prós:

  • Gráficos melhores?
  • Quase todos os meus amigos que jogam videogame optaram por ele. Isso facilita muito na hora de marcar festinhas ou partidas online. Serei eu o novo excluído da rodinha? Todo mundo na escola tem, mãe!

Contras:

  • 3RL – 3 red lights – as três luzes vermelhas da morte. Quando seu XBox 360 as acende, pode dizer adeus: ele está morto. Já aconteceu com um número considerável de pessoas que conheço. Dizem que as novas versões não têm mais isso, mas e o medo??

Como você vê, as dúvidas são muitas. E eu, homem maduro que sou, decidi passar a responsabilidade sobre esse assunto tão importante para você, minha amiga, meu amigo. Você pode votar abaixo, e justificar seu voto nos comentários!

Muito obrigado! =D

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Meu recorde em Fieldrunners – Level 585 \o/

fevereiro 9th, 2009 | Por Fábio Yabu sob Sem categoria - (23 comentários)

Foi-se o tempo do jogo da cobrinha! Os jogos para iPhone e iPod touch chegaram para fazer frente ao PSP e ao Nintendo DS. Fieldrunners é o melhor exemplo disso. Trata-se de um excelente Tower Defense, em que você precisa colocar torres que impeçam os inimigos (que a Gica carinhosamente apelidou de “chineses”) de chegar o outro lado do território. É absurdamente divertido e viciante!

(mais…)

heroes

Olha eu aqui de novo, cuspindo no prato que comi! No Nerdcast dessa semana, eu, Allotoni, Azaghâl, Tucano e Caquinho descemos o sarrafo na segunda e terceira temporada de Heroes! Os furos de roteiro, os personagens irrelevantes e as tramas que não levaram a nada são o destaque nesse episódio, que talvez seja o primeiro onde ABSOLUTAMENTE NADA é considerado bom. NADA!

Ouça agora!

E, falando em Podcast, já ouviu o Podbility? É o podcast da Bullet, que todas as semanas conta com a suave voz de minha amada Gica Trierweiler, minha querida miguxa Baunilha e muitos outros convidados super especiais! Ouça o episódio 40, saiba mais sobre Fieldrunners (jogo no qual eu e Gica estamos absolutamente viciados) e concorra à cabeça de Steve Jobs!

Bom, é isso! Hoje o Catavento vai fazer sua primeira viagem de avião! Mas é muito chique esse cachorro, viu! Tá doido!!

High fiiiives! Olha que estilosa ficou a revista de atividades das Princesas do Mar! Cheinha de jogos e brincadeiras divertidas, que ensinam as quiança sem bater nas quiança que nem a avaiana de pau!

Você, que é pão-duro, mão de vaca e muquirana, e sempre miguelou pra comprar os meus livros pros seus filhos e sobrinhos, vai adorar! A revista custa só R$ 5,99, e já está nas bancas de todo o Brasil. Um lançamento da Editora Online! :D

Review: Dimensão DC – Lanterna Verde #01

outubro 7th, 2008 | Por Fábio Yabu sob Sem categoria - (11 comentários)

Pois é, faz um tempinho que eu não comento de gibis aqui. Eu não tenho lido quase nada a não ser TPs ou álbuns mais autorais como Persépolis. É triste ver que os lançamentos de qualidade tem se tornado cada vez mais escassos, e, por mais que eu ame quadrinhos e me considere uma pessoa razoavelmente inteligente, eu simplesmente não consigo entender o que se passa nas histórias da Marvel ou da DC. É um samba do crioulo doido, nego morre, desmorre, ressuscita, desressuscita. Acho que nem o Sheldon, do Big Bang Theory consegue entender o que se passa naquelas histórias.

Mas tem uma história aqui da qual eu PRECISO falar, e o herói você já sabe quem é: o Lanterna Verde. É uma época de alegria para mim. Pela primeira vez na vida tive a oportunidade de comprar uma revista MENSAL do Lanterna Verde no Brasil. O herói mais cabuloso dos quadrinhos sempre ficou relegado às migalhas das revistas do Super-Homem ou da Liga da Justiça. Agora, a Panini, é, a Panini, a mesma que cancelou meu gibi, me largou na rua da amargura, na fila do desemprego, no leito do SUS e me fez vender um rim e meus três filhos, simplesmente reconquistou meu amor incondicional ao publicar de forma tão caprichosa aquela que é A MELHOR HISTÓRIA DO LANTERNA VERDE DESDE OS TEMPOS DO ALAN MOORE. OH, PANINI, EU TE AMO, PANINI! PEGA EU, PANINI!

Aham. Deixa eu recuperar a compostura.

Pois é. DIMENSÃO DC: LANTERNA VERDE, traz em suas verdes e abençoadas páginas a saga “A Guerra dos Anéis” (The Sinestro Corps War). O que rola? Como eu gosto de tudo explicadinho, vou começar do princípio:

Os Lanternas Verdes são uma espécie de polícia intergalática. Cada setor do universo tem 2 ou mais desses guerreiros, que como arma possuem um anel energético capaz de realizar qualquer desejo, com exceção de criar ou tirar vidas. O maior dos Lanternas Verdes é o terráqueo Hal Jordan, que durante anos lutou contra as forças do mal, ao lado de seus companheiros de tropa, ou da Liga da Justiça.

Seu principal inimigo era o ex-colega SINESTRO, um Lanterna Verde renegado que forjou para si um anel amarelo, com poderes semelhantes ao dos Lanternas. Durante anos, Sinestro tentou em vão destruir Hal Jordan e a Tropa, mas a desvantagem numérica sempre falou mais alto… até agora.

Sinestro resolveu usar um pouco sua cabeça avantajada e saiu recrutando os alienígenais mais sórdidos do universo. Cada um deles recebeu um anel igual ao seu, e o objetivo de aniquilar sem piedade todo e qualquer Lanterna Verde.

E a coisa fica mais divertida ainda: lembra quando você era criança e imaginava o que aconteceria se o Super-Homem tivesse o anel do Lanterna Verde ou o cinto de utilidades do Batman? Pois é: entre os “recrutas” de Sinestro, não estão só alienígenas feios e bobos, mas alguns dos supervilões do primeiro escalão do Universo DC: o Superciborgue, o Superboy Prime, a entidade do medo Parallax e ninguém menos que o ANTI-MONITOR – o grande vilão do clássico Crise nas Infinitas Terras. Juntos, os vilões empunham seus anéis amarelos e DESCEM O SARRAFO não só na Tropa, mas em praticamente todo mundo no Universo DC que usa roupa colante.

A história, de Geoff Johns, é o sonho de todo fã do Lanterna Verde e também do Universo DC. Johns conseguiu juntar os principais elementos de décadas de histórias, passando por Alan Moore, Crise nas Infinitas Terras e até os anabolizados anos 90, numa narrativa envolvente da primeira à última página da saga, sem perder o ritmo. Muito mais do que uma história do bem contra o mal, “A Guerra dos Anéis” é um intenso conflito psicológico entre a força de vontade e o medo, no qual nenhum dos dois está totalmente certo ou errado. Enquanto os heróis fazem a contagem de corpos e pensam em revidar à altura, os vilões riem por terem conseguido tornar a barreira entre os dois lados cada vez mais tênue.

Apenas poucos defeitos permeiam a história, mas não chegam a tirar seu brilho: um deles, é a indefinição  dos uniformes da Tropa Sinestro, inicialmente azuis ao invés de amarelos. O símbolo da Tropa também foi criado pouco antes da primeira edição, e antes era mostrado como um simples círculo amarelo. Já uma coisa que me incomodou um pouco na edição brasileira foi o título “A Guerra dos Anéis”, que ao meu ver não traz o mesmo significado que o original ao pé da letra “A Guerra da Tropa Sinestro”. Eu também gostaria de ver mais ação com os vilões principais, mas acontece tanta coisa na história que sobra pouco espaço para tanta vilania.

A arte é de Ethan Van Scrier e do brasileiro Ivan Reis, dois dos desenhistas mais talentosos da atualidade. Simplesmente imperdível!

Confira também o Hotsite feito pela Panini, que explica mais sobre as duas tropas: A Guerra dos Anéis, e também traz HQs online sobre as duas facções.

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