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Preparado para o filme do ano? Dia 14 de julho o maior super-herói de todos os tempos está de volta ao cinema, e o Omelete não poupou esforços para fazer a maior cobertura da internet brasileira!

Entrevistas com todo o elenco, visitas ao set de filmagens, críticas dos filmes e quadrinhos do herói, e muito mais! Todos os dias um novo artigo, até a estréia do filme. Não perca!

Confira aqui o especial Super-Homem!

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Sorte no amor (Just my luck)

junho 8th, 2006 | Posted by Fábio Yabu in Resenhas - (2 Comments)

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O copo está meio cheio ou meio vazio? Depende se você é otimista ou pessimista.

Sorte no amor (Just my Luck, 2006), segue o modelo de comédia adolescente, com belos atores, beijos apaixonados, uma banda de rock em ascensão e um elemento recente: mensagens otimistas de auto-ajuda. A protagonista Ashley Albright (Lindsay Lohan) é dotada de uma inacreditável sorte, mostrada na tela através de divertidas seqüências em que tudo dá certo: ela sai na chuva e nunca se molha, os táxis sempre param na sua frente e sinais vermelhos nunca acendem. Já Jake (Chris Pine) é seu oposto exato, e já está até acostumado à vida de azarão e ao emprego de limpador de privadas/entregador de comida/produtor musical fracassado.

Como no clássico Trocando as Bolas (Trading Places, 1982), com Eddie Murphy e Dan Aykroyd, os dois personagens têm a sorte invertida, e enquanto um cai em desgraça, o outro passa a viver no lado luxuoso da vida. Ashley é demitida, vai presa e apanha na cadeia, perde o apartamento e todo seu dinheiro. Já Jake tira a sorte grande, e vai de limpador de privadas a produtor musical milionário. Tudo isso do dia para a noite.

Ainda que não seja uma releitura declarada do filme com Eddie Murphy, o desenvolvimento da história é bastante semelhante e dá à comédia um gostinho de filme da “Sessão da Tarde”. Apesar de limitada, a atuação de Linsay Lohan rende boas risadas quando sua personagem passa pela maré de azar, enquanto Jake certamente arrancará suspiros da platéia feminina adolescente durante sua ascensão ao estrelato.

A auto-ajuda pontua vários momentos do filme, pregando mensagens sobre sorte e pensamento positivo, que acabam sendo atropeladas pelo roteiro, já que os fatos têm uma explicação um pouco mágica e bem descompromissada. Não que isso atrapalhe o filme, levando-se em conta que não havia muito em jogo.

Embrulhado numa fotografia caprichada que privilegia as cores alegres, um elenco de apoio competente, com Faizon Love (Um duende em Nova York) e Missi Pyle (A fantástica fábrica de chocolate), Sorte no Amor pode cair no gosto do público brasileiro, principalmente o adolescente. A chave para se aproveitar o filme é não criar muitas expectativas, já que o roteiro é tão previsível quanto improvável. Se você vai gostar ou não, tudo depende da pergunta: o copo está meio cheio ou meio vazio?

Sorte no Amor
Just My Luck
EUA, 2006 – 82 min
Comédia / Romance

Direção: Donald Petrie
Roteiro: I. Marlene King e Amy Harris
Elenco: Lindsay Lohan, Chris Pine, Samaire Armstrong, Bree Turner, Faizon Love, Missi Pyle, Makenzie Vega, Chris Carmack, Carlos Ponce, Tovah Feldshuh, Jaqueline Fleming, Dane Rhodes, Tom Fletcher

Publicado originalmente no Omelete.

Pode ir sem medo! X-Men 3 é um dos melhores filmes do ano! Se você gostou dos dois primeiros filmes então, com certeza vai se divertir muito com O confronto final. Tudo de legal que tem nos X-Men está no filme: diálogo pacifista sendo engolido a porradas, ação desenfreada, membros morrendo e ressuscitando a rodo. Faltou só o jogo de basquete mutante, mas isso já tinha no primeiro.

Sem querer entregar o ouro, só falando o que é mostrado nos trailers: o filme mostra uma “cura” para as mutações, capaz de transformar mutantes em humanos normais em segundos. A população fica dividida, e a temida guerra entre humanos e mutantes está prestes a acontecer. De um lado está Magneto (Sir. Ian McKellen, sempre muito competente) e sua Irmandade, querendo resolver tudo na porrada, do outro, os X-Men, que… bem, também partem pra porrada, mas quem disse que os vilões queriam conversar? Daí pra frente é uma verdadeira festa mutante, soltando suas garras e raios energéticos pra tudo quanto é lado. No meio disso tudo tem ainda a Fênix Negra, com Famke Janssen literalmente soltando a franga mais poderosa do universo.

Todo o elenco original está de volta, ainda que alguns membros literalmente desapareçam no meio da história. Wolverine (Hugh Jackman), sempre ele, é novamente o centro das atenções, mas coadjuvantes dos filmes anteriores, Colossus (David Cudmore), Homem de Gelo (Shawn Ashmore) e Kitty Pride (a gracinha da Ellen Page) conseguem se destacar na tela e trazer uma nova dinâmica à equipe. Já Kelsey Grammer como o Fera não mostra muito a que veio, e nem de longe tem o charme que Alan Cumming deu ao Noturno em X-Men 2.

Logicamente a proposta do filme não é fazer paralelos muito profundos com o contexto político americano de hoje e é bem menos denso que o segundo. O Presidente dos EUA é dócil e quase um simpatizante dos mutantes. Já os X-Men não carregam aquele estigma apocalíptico de párias incompreendidos, e lutam lado a lado com o exército americano contra a Irmandade de Mutantes. Nesse aspecto o filme parece meio contraditório com o anterior, mas quem é que disse que as histórias dos X-Men fazem sentido?

X-Men 3 é um filme muito bem equilibrado entre personagens principais, roteiro e suas dezenas de coadjuvantes. A perfeição só não é atingida devido ao estrelismo de Halle Berry, que disse que só voltaria à história se sua personagem Tempestade tivesse mais tempo na tela. Para atender às exigências da atriz, o roteiro teve que deixar de lado diversos personagens interessantes, tanto visual quanto psicologicamente. Anjo, Colossus, Professor Xavier, até mesmo Ciclope e Vampira têm praticamente só pontas no filme, enquanto Tempestade voa, solta raios, faz e acontece e sai na porrada (!) com Calisto. Realmente uma pena.

Ah, e não custa lembrar: não saia do cinema antes do final dos créditos. Tem uma cena extra. Meio sem pé nem cabeça, mas tem!
(Importante: comentem spoilers só no post abaixo!)
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X-Men: temidos e odiados! Ainda que estejam entre as 50 pessoas mais bonitas do mundo!

X-Men 3: Pra quem já viu

maio 27th, 2006 | Posted by Fábio Yabu in Resenhas - (17 Comments)

(Se forem comentar spoilers, comentem aqui!)

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Cá entre nós, que filmão, hein? Me diverti horrores no cinema! Só fiquei chateado por causa da Halle Berry, que praticamente faz um filme da Tempestade. A morte do Ciclope não faz o menor sentido, o triângulo amoroso entre Vampira, Homem de Gelo e Kitty Pride dá um ar de jovialidade ao filme mas quase não é mostrado. O Professor Xavier morrer também foi surpreendente mas meio decepcionante, já que Patrick Stewart manda muito bem como o carequinha mais poderoso do mundo.

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Ellen Page, simplesmente perfeita no papel de Kitty Pride. O papel seria da Maggie Grace, a Shannon de Lost, que desistiu depois que a série estourou no mundo inteiro. Deve estar chutando a parede até agora…

Como eu disse no post de cima, foi uma pena o estrelismo de Halle Berry ofuscar completamente os outros personagens. Queria ver mais o Colossus em ação, sem falar na Vampira e Ciclope. E o Anjo, cuja imagem está se apagando rapidamente de minha memória. O Fera também poderia ter aparecido um pouco mais.

Já a solução final usada contra Magneto, quando Wolverine (novamente) aprende a importância do trabalho em equipe, achei um pouco despropositada. Oras, não eram os X-Men que eram contra a tal da cura? Não foi o Wolverine que disse que isso era uma escolha de cada um? Porque então não pensaram nisso antes de meter quatro agulhas no peito do pobre Magneto? Um simples croque dado pelo Fera naquele capacete já resolveria. Mas enfim, X-Men é X-Men, e coerência não é uma palavra que existe no dicionário mutante mesmo… :P

Já o Xavier voltar no corpo do carinha em coma… eu achei meio sem sentido! Como fazer um Professor Xavier sem Patrick Stewart? A não ser que o carinha em coma fosse o Locke. Aí sim, o Xavier além de telepata sairia jogando facas por aí dizendo “Don’t tell me what I can’t do!!!”. Hahahah.

Motoqueiro Fantasma – Medo

maio 25th, 2006 | Posted by Fábio Yabu in Resenhas - (4 Comments)

Achei tão esquisito o trailer do Motoqueiro Fantasma… tô com medo desse filme. Achei o Motoqueiro meio mal-feito, artificial demais. Foi a mesma impressão que tive quando vi o primeiro trailer do Demolidor, com Ben Affleck. Sei lá, vamos esperar pra ver…

Veja o trailer no Omelete, que aliás acaba de ganhar o IBEST de melhor site de cinema do Brasil. Apesar de eu achar o IBEST uma baita duma enganação, os companheiros de cozinha merecem.

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Achou Nicolas Cage esquisito? Espere para ver ele transformado!!

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